Dos 28 cadáveres de sequestrados pelo grupo terrorista Hamas, 15 foram devolvidos às autoridades israelenses e puderam ser velados por suas famílias
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O governo de Israel autorizou equipes da Cruz Vermelha e do Egito a entrarem na Faixa de Gaza para procurar os corpos de reféns mortos além da “linha amarela”, que demarca o recuo militar israelense na região. A informação foi divulgada neste domingo, 26, por um porta-voz do governo de Benjamin Netanyahu, e confirmada pela agência Reuters.
Dos 28 cadáveres de sequestrados que permaneciam em poder do grupo terrorista Hamas, 15 foram devolvidos às autoridades israelenses e puderam ser velados por suas famílias. O grupo terrorista afirma ter dificuldade de recuperar os 13 restantes sob o argumento de que os corpos estão sob escombros de construções atingidas por bombardeios de Tel Aviv.
Também neste domingo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que Israel sozinho decidiria quais países permitiria participar de uma planejada força internacional em Gaza, dando a entender que manterá o controle sobre a segurança do território palestino.
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De acordo com um cessar-fogo mediado pelos EUA entre o Hamas e Israel, uma coalizão de potências principalmente árabes e muçulmanas deve enviar tropas para o território palestino.
No entanto, Netanyahu, que se opõe a que o rival regional Turquia tenha um papel na força conjunta, disse: “Deixamos claro com relação às forças internacionais que Israel determinará quais forças são inaceitáveis para nós”.
A Corte Internacional de Justiça, ligada às Nações Unidas, afirmou na quarta-feira, 22, que Israel tem a obrigação de garantir que as necessidades básicas da população civil da Faixa de Gaza sejam atendidas.
O parecer foi emitido a pedido da ONU, que solicitou ao tribunal com sede em Haia que esclarecesse as responsabilidades de Israel perante a organização e suas agências. A corte disse que Tel Aviv não deve usar a fome como “método de guerra” e precisa colaborar com as operações de ajuda humanitária coordenadas pela ONU, incluindo a UNRWA, responsável pelo atendimento a refugiados palestinos.
O escritório humanitário da ONU afirma que Israel negou ou impediu 45% das 8.000 missões humanitárias solicitadas em Gaza desde 2023.
A decisão ocorreu em meio à crise humanitária provocada pela ofensiva militar. O acordo de cessar-fogo, costurado pelos Estados Unidos, está sob risco de ruir, e Tel Aviv ameaçou cortar entrada de ajuda humanitária caso o Hamas não cumpra sua parte dos termos acertados.
O acordo de paz inclui a entrada de 600 caminhões de ajuda por dia no território, onde a maioria dos 2 milhões de palestinos tem sido deslocada de suas casas. Israel já acusou o Hamas de desviar alimentos enviados, o que o grupo nega, e argumentou que as restrições à ajuda visam a pressionar a facção.
Benjamin Netanyahu disse neste domingo que, como um Estado soberano, Israel determinará sua política de segurança e com quais forças estrangeiras trabalhar.
“Nós controlamos nossa própria segurança e deixamos claro às forças internacionais que Israel decidirá quais forças são inaceitáveis para nós – e é assim que agimos e continuaremos a agir”, disse o primeiro-ministro israelense no início de uma reunião de gabinete.
“Isso é, naturalmente, aceito pelos Estados Unidos, como seus representantes mais graduados expressaram nos últimos dias”, declarou o premiê.




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