INFLAÇÃO
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Enquanto alimentos seguem pressionando os preços, transportes ajudam a conter alta com queda nas passagens aéreas e combustíveis
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artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
*Com informações da Agência Brasil
A inflação oficial fechou abril em 0,43%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Embora tenha desacelerado pelo segundo mês consecutivo, após variações de 1,31% em fevereiro e 0,56% em março, o aumento foi puxado principalmente pelos preços de alimentos e medicamentos.
No acumulado de 12 meses, a inflação soma 5,53%, acima da meta do governo, que estipula um intervalo de 1,5% a 4,5%.
Desde janeiro, o índice tem ultrapassado esse teto. A partir de 2025, se o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), continuar acima ou abaixo dessa faixa por seis meses consecutivos, será considerado descumprimento da meta.
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Grupos de maior impacto
O levantamento do IBGE mostrou que oito dos nove grupos pesquisados tiveram variação positiva.
Alimentação e bebidas, além de saúde e cuidados pessoais, foram os principais responsáveis pela alta, respondendo por 0,34 ponto percentual do IPCA de abril.
- Alimentação e bebidas: 0,82% (0,18 p.p.)
- Saúde e cuidados pessoais: 1,18% (0,16 p.p.)
- Vestuário: 1,02% (0,05 p.p.)
- Despesas pessoais: 0,54% (0,05 p.p.)
- Artigos de residência: 0,53% (0,02 p.p.)
- Comunicação: 0,69% (0,03 p.p.)
- Habitação: 0,14% (0,02 p.p.)
- Educação: 0,05% (0 p.p.)
- Transportes: -0,38% (-0,08 p.p.)
Alimentação pesa mais no bolso
Embora tenha desacelerado em relação a março (quando a alta foi de 1,17%), o grupo de alimentação e bebidas continua sendo o de maior peso na inflação, afetando diretamente o bolso dos consumidores.
Entre os itens com maior alta em abril destacam-se:
- Batata-inglesa: +18,29%
- Tomate: +14,32%
- Café moído: +4,48%
O café, com alta de 80,2% nos últimos 12 meses, atingiu a maior variação desde a implementação do Plano Real.
Na contramão, o arroz (-4,19%) e os ovos (-1,29%) ajudaram a moderar a alta do setor alimentício.
Segundo Fernando Gonçalves, gerente da pesquisa, o comportamento dos preços de alimentos foi influenciado por condições climáticas, com excessos ou escassez de chuvas impactando a produção.
Medicamentos e energia elétrica
O grupo saúde e cuidados pessoais avançou 1,18%, com destaque para os medicamentos, que subiram 2,32% após o reajuste de até 5,09% autorizado no final de março.
A energia elétrica residencial teve uma leve queda de 0,08%, refletindo a redução de tributos (PIS/Cofins) em algumas regiões do país.
Transportes aliviam inflação
O grupo transportes foi o único a apresentar recuo de 0,38%, impulsionado pela queda de 14,15% nas passagens aéreas.
Os combustíveis também registraram retração, com destaque para o óleo diesel (-1,27%) e etanol (-0,82%).
Fernando Gonçalves explicou que a redução do óleo diesel nas refinarias e o avanço na safra de etanol influenciaram os preços.
Inflação de serviços desacelera
Os preços de serviços desaceleraram de 0,62% (março) para 0,20% (abril), enquanto os monitorados, como medicamentos e energia elétrica, aceleraram de 0,18% para 0,35%.
Essas variações são acompanhadas pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central na definição da Selic, que atualmente está em 14,75% ao ano.
INPC sobe 0,48% e pressiona famílias de baixa renda
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com renda de até cinco salários mínimos, teve alta de 0,48% em abril.
O peso dos alimentos é maior nesse índice (25%) do que no IPCA (21,86%), refletindo o maior impacto na renda das famílias de menor poder aquisitivo.
O INPC serve de base para reajustes salariais e, portanto, afeta diretamente a maioria da população.
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