Região Nordeste registrou, em julho, taxa de inadimplência de 4,91%, a maior do país entre as regiões e acima da média nacional de 3,76% no período
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Apesar de ter a maior taxa de inadimplência de aluguel de imóveis do País, Pernambuco registrou queda no mês de julho, saindo de 5,13% no mês anterior para 5,08%, com variação de 0,05 ponto percentual. No comparativo com o mesmo período de 2024 (3,65%), houve um aumento de 1,43 ponto percentual. Mesmo com a queda percentual, o índice no estado ficou acima da média nacional, que foi de 3,76% no período. Os dados são do Índice de Inadimplência Locatícia da Superlógica, plataforma de soluções tecnológicas e financeiras para os mercados condominial e imobiliário.
De acordo com Manoel Gonçalves, diretor de Negócios para Imobiliárias da Superlógica, a melhora no índice de julho pode indicar um alívio temporário no orçamento das famílias, mas ainda é preciso cautela. “Fatores como inflação e juros continuam pressionando os gastos fixos, e qualquer mudança nesses indicadores pode impactar a capacidade de pagamento dos locatários nos próximos meses”, explicou.
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Para o especialista, a inadimplência da região está diretamente ligada à economia do estado. “Como o índice de desemprego no Nordeste é maior, então acaba afetando a inadimplência de alugueis dos estados. Além disso, estudos iniciais apontam que as apostas em bets também estão influenciando muito na taxa de inadimplência do Nordeste“, apontou Manoel Gonçalves.
Em julho, a região Nordeste liderou novamente o topo do ranking, com uma taxa de inadimplência de 4,91%. A região Centro-Oeste teve um aumento significativo e agora
ocupa o segundo lugar, saindo de 3,78%, em junho, para 4,68%, em julho, um aumento de 0,9 ponto percentual. A região Norte aparece em terceiro lugar, com 4,48%, seguido do Sudeste, com taxa de 3,51%. A região Sul segue com a menor taxa do país, 3,19%.
O levantamento revela ainda que, em relação ao tipo de imóvel, na região Nordeste, a taxa de inadimplência de apartamentos subiu de 2,33% para 3,22%, em julho, acima
da média nacional de 2,73%; e a de casas subiu de 6,11% para 6,39%, também acima da média nacional de 4,02%. Os imóveis comerciais também registraram aumento, passando de 7,03%, em junho, para 7,21%, em julho, acima da média nacional de 5,03%, no período.
Inadimplência no cenário nacional
No cenário nacional, a inadimplência em imóveis residenciais na faixa de aluguel acima de R$ 13.000 continua em alta, desde junho de 2024, com uma taxa de 6,83%,
em julho. Os imóveis residenciais na faixa de aluguel de até R$ 1.000 tiveram alta registrada novamente, saindo de 5,79% em junho para 6,14% em julho, um aumento
de 0,35 ponto percentual. A taxa de inadimplência de imóveis de R$ 2.000 a R$ 3.000 e de R$ 3.000 a R$ 5.000 é semelhante, sendo 2,36% e 2,37%, respectivamente.
Já em relação aos imóveis comerciais, a faixa até R$ 1.000 continua com a maior taxa e segue em crescimento, de 7,48% em junho para 7,98% em julho, um aumento de
0,50 ponto porcentual. A menor foi na faixa de R$ 2.000, a R$ 3.000, de 4,22%.

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