Enquanto o TSE analisa se é ou não crime eleitoral, primeira-dama recebe sinal verde para desfilar na Sapucaí. STM abre investigação contra Bolsonaro
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ROUXINOL ATREVIDO
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (Cettia temerarius: nome científico fictício para um “rouxinol atrevido”), atravessou a praça dos Três Poderes e foi ao Congresso Nacional representar o governo na sessão solene pelos 46 anos do PT. No encerramento do discurso, convidou a todos [e todas] a “aproveitar o Carnaval e curtir o samba-enredo” da escola Acadêmicos de Niterói que presta homenagem ao presidente Lula da Silva (PT) e cantou: “Quanto custa a fome? / Quanto importa a vida”. Foi aplaudida de pé pelos petistas.
GLEISI SENDO GLEISI
No mesmo discurso, a deputada licenciada do PT do Paraná disse que é hora de “comemorar com alegria este Carnaval” e alfinetou: “sem falsos mitos, sem anistia”. Novamente aplaudida. Só havia petistas na sessão.
TUDO DOMINADO
A primeira-dama Rosângela da Silva foi autorizada pela assessoria jurídica do Planalto a sambar na Marquês de Sapucaí, na abertura do desfile das escolas de samba. “O jurídico deu ok”.
‘DO ALTO DO MULUNGU SURGE A ESPERANÇA…
…Lula, o operário do Brasil’, o samba-enredo da Acadêmicos de Niterói foi questionado em ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo Partido Novo. A ação cita Lula e a escola de Niterói e afirma que o desfile “será um evento megalomaníaco voltado à promoção de propaganda eleitoral antecipada” e que o enredo “Do Alto do Mulungu” “foi convertido em verdadeira peça publicitária de campanha”. O ministro André Mendonça será o relator.
PENDURANDO A TOGA
Ainda que vigore o princípio basilar do direito — “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória” — o destino do ministro Marco Aurélio Buzzi parece sacramentado. Acusado de importunação sexual, Buzzi apresentou sua defesa e um atestado médico, mas, nesse ínterim, o plenário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) afastou o magistrado de suas funções “enquanto tramita a sindicância”. Nesse período, o ministro ficará impedido de utilizar seu local de trabalho, veículo oficial e demais prerrogativas inerentes ao exercício da função. O STJ não mexeu nos vencimentos do magistrado.
NOVO CALVÁRIO DE BOLSONARO
Agora, o ex-presidente responde a processo no Superior Tribunal Militar (STM) que pode lhe custar a patente de capitão do Exército. O ministro Carlos Vuyk de Aquino será o relator da representação do Ministério Público Militar, que entende que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve ser condenado por “incompatibilidade/indignidade para com o oficialato”, em razão de sua condenação a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro tem dez dias para apresentar sua defesa.
RENANZINHO VICE DE LULA
A história foi contada pelo pai do ministro dos Transportes, Renan Calheiros (MDB-AL). Durante um jantar na Granja do Torto, o presidente Lula teria aventado a possibilidade de ter um político do MDB do Nordeste na chapa como vice. O nome de Renan Filho — senador licenciado — foi mencionado.
MINHA ARMA, MINHA VIDA
A Comissão de Segurança Pública da Câmara aprovou projeto que cria o “Programa Minha Primeira Arma”. A iniciativa, de autoria do deputado Marcos Pollon (PL-MS), prevê facilidades para “promover o acesso subsidiado e responsável à primeira arma de fogo de uso permitido por cidadãos brasileiros habilitados”. Entre os benefícios estão linha de crédito para a compra da arma e isenção de impostos federais.
PENSE NISSO!
Uma CPI é sempre muito gratificante para o cidadão que ainda nutre a esperança de que denúncias de corrupção sejam passadas a limpo.
É claro que já não tenho aquele arroubo juvenil que acredita nas falácias dos políticos que tudo prometem e tão pouco entregam. Mas a CPMI do Banco Master já está amadurecida. Já é hora.
E, mesmo que não revele nem um terço daquilo que de fato aconteceu no luxuoso escritório do presidente do banco e nos acarpetados gabinetes de Brasília, ainda assim já seria um grande feito.
Não sei se você se lembra, mas, em 2005, a CPMI dos Correios foi instalada no Congresso para investigar um diretor da empresa estatal, Maurício Marinho, que recebia propina para facilitar negócios “lá dentro”. Deu no que deu.
Deputados e senadores tanto escarafuncharam que chegaram a um dos maiores escândalos de corrupção do país: o “mensalão do PT”. Muita gente foi presa — inclusive integrantes da cúpula do Partido dos Trabalhadores. Quatro deputados renunciaram para não perder o mandato, e três foram cassados: Roberto Jefferson (PTB-RJ), José Dirceu (PT-SP) e Pedro Corrêa (PP-PE).
Em outras palavras, uma CPI é sempre uma esperança de se passar a limpo a roubalheira que campeia no país.
Pense nisso!
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