Hemofilia: conheça a doença que atinge 14 mil brasileiros

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp
Hemofilia: conheça a doença que atinge 14 mil brasileiros


DIA MUNDIAL DA HEMOFILIA
|
Notícia

No Dia Mundial da doença, especialista desmistifica condição genética que afeta principalmente homens e exige tratamento contínuo



‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-970×250-1” });
}

‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-1” });
}

O dia 17 de abril é marcado pelo Dia Mundial da Hemofilia ou do Hemofílico, com o objetivo de combater a desinformação e ampliar acesso a tratamentos.

A hemofilia é uma doença genética rara que compromete a coagulação sanguínea, causando sangramentos prolongados e, em alguns casos, espontâneos. No Brasil, cerca de 14 mil pessoas convivem com a condição, posicionando o país como o quarto no mundo em número de diagnósticos, segundo dados médicos.

A hematologista Ana Clara Kneese, professora na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, explica que a doença está ligada ao cromossomo X, o que faz com que 99% dos casos afetem homens. Mulheres podem ser portadoras do gene, mas raramente manifestam sintomas graves.

‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}

Isso porque a herança genética da hemofilia está ligada ao cromossomo X. Quando um homem (XY) tem uma mutação causadora da hemofilia, ele porta e manifesta a patologia.

Mulheres (XX) podem carregar o gene, normalmente não expressam a doença, mas é possível que apresentem um padrão de sangramentos aumentados. Neste caso é importante que sejam avaliadas e tratadas se necessário.

Tipos e tratamentos disponíveis

Existem três tipos principais de hemofilia:

  • Tipo A (deficiência do fator VIII)
  • Tipo B (falta do fator IX)
  • Forma adquirida (doença autoimune, não hereditária)

O tratamento, oferecido gratuitamente pelo SUS, consiste em infusões regulares dos fatores de coagulação faltantes. Pacientes podem necessitar de até 150 aplicações anuais para evitar complicações como danos articulares e musculares.

Desafios no controle da doença

Apesar dos avanços médicos, os pacientes ainda enfrentam obstáculos:

  • Dificuldade de adesão ao tratamento devido à frequência das infusões;
  • Logística complexa para acesso a hemocentros;
  • Risco de sequelas ortopédicas por sangramentos internos não tratados

O acompanhamento multidisciplinar é de suma importância para prevenir dores crônicas e perda de mobilidade

Futuro e inovações terapêuticas

Pesquisas recentes apontam para tratamentos com doses prolongadas e terapia gênica, que podem reduzir a necessidade de infusões frequentes. Enquanto essas opções não chegam ao SUS, a conscientização segue como principal ferramenta para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.




Source link

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp

Nunca perca uma notícia importante

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *