O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, deve considerar o plano, apesar de não incluir a libertação de todos os reféns, exigência dos israelenses
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O Hamas anunciou nesta segunda-feira, 18, que aceitou uma nova proposta de mediadores árabes para um cessar-fogo na Faixa de Gaza, após Israel indicar que suas posições não mudaram. O Ministério da Saúde do território, controlado pelo grupo terrorista, afirmou que o número de mortos palestinos em 22 meses de guerra ultrapassou 62 mil.
O acordo proposto ocorre após negociações entre o Hamas e autoridades egípcias e do Catar mantidas na cidade do Cairo nos últimos dias.
Israel recebeu a proposta segunda à noite. Uma autoridade israelense disse ao Jerusalem Post que o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, considerará o plano, apesar de ser apenas um acordo parcial que não inclui a libertação de todos os reféns, uma das exigências do governo israelense. Segundo fontes, essa condição não mudou.
A proposta prevê a libertação de 10 reféns israelenses vivos em troca de um cessar-fogo de 60 dias e a soltura de 150 palestinos que cumprem penas de prisão perpétua em Israel.
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Dos 251 reféns capturados pelo Hamas durante o ataque que desencadeou a guerra, em outubro de 2023, 22 ainda estão vivos em Gaza. Há 27 corpos de reféns mortos no território pelo Hamas, segundo o exército israelense.
Acordo
Uma fonte da Jihad Islâmica, grupo armado que tem combatido junto com o Hamas em Gaza, os demais cativos serão libertados em uma segunda fase, seguida imediatamente por negociações para um acordo mais amplo para encerrar de maneira permanente o conflito, com garantias internacionais. A fonte acrescentou que todas as facções palestinas apoiam o que foi apresentado.
Netanyahu prometeu continuar a guerra até que todos os reféns sejam devolvidos e o Hamas seja desarmado, e manter um controle de segurança duradouro sobre Gaza. O Hamas afirmou que só libertará os reféns restantes em troca de um cessar-fogo duradouro e da retirada israelense. Netanyahu disse em um vídeo que o fato de o grupo ter aceitado a proposta mostra que o Hamas está “sob enorme pressão”.
No Cairo, o diretor de inteligência egípcio, Diaa Rashwan, confirmou à agência estatal Al-Qahera News que a proposta foi apresentada a Israel. “A bola agora está com eles”, disse.
Protestos
A nova proposta surge após Netanyahu ter enfrentado, no domingo, um dos maiores protestos em Israel contra a guerra. Centenas de milhares foram às ruas exigindo um acordo que garanta a libertação dos reféns.
Netanyahu criticou os protestos contra sua condução da guerra, alegando que os manifestantes estavam dando apoio à posição do Hamas nas negociações.
Egito e Catar, países que juntamente com os EUA atuam como mediadores nas negociações entre Israel e Hamas, não conseguiram até agora garantir um cessar-fogo duradouro no conflito.
O presidente dos EUA, Donald Trump, pareceu lançar dúvidas sobre as longas negociações mediadas por Washington. “Só veremos o retorno dos reféns restantes quando o Hamas for confrontado e destruído! Quanto mais cedo isso acontecer, maiores as chances de sucesso”, publicou ele nas redes sociais.
Críticas
Israel anunciou planos para reocupar a Cidade de Gaza e outras áreas densamente povoadas depois que as negociações de cessar-fogo aparentemente fracassaram no mês passado, aumentando a possibilidade de uma catástrofe humanitária cada vez pior em Gaza, segundo especialistas.
Os planos para expandir a ofensiva, em parte visando pressionar o Hamas, provocaram indignação internacional e enfureceram muitos israelenses que temem pelos reféns restantes.



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