Suspensão atinge imigrantes de 19 países já sujeitos a restrições e amplia revisão de benefícios após ataque que matou soldado da Guarda Nacional
Estadão Conteúdo
Publicado em 03/12/2025 às 8:58
| Atualizado em 03/12/2025 às 9:10
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O governo Donald Trump suspendeu todos os pedidos de imigração feitos por cidadãos de 19 países que já estavam sob restrições de viagem desde o início do ano.
A medida, divulgada nesta terça-feira (2), por meio de um memorando publicado no site do Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS), integra uma reestruturação mais ampla das políticas migratórias após o ataque a tiros que vitimou dois soldados da Guarda Nacional nas proximidades da Casa Branca.
Países classificados como de “alto risco”
A decisão paralisa processos de green card, naturalização e outros benefícios imigratórios para indivíduos dos países classificados pelo governo como de “alto risco”.
Estão na lista Afeganistão, Chade, República do Congo, Eritreia, Guiné Equatorial, Haiti, Irã, Iêmen, Líbia, Mianmar, Somália, Sudão, Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela.
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Segundo o USCIS, a suspensão também afeta estrangeiros que já vivem nos Estados Unidos, independentemente da data de entrada, que passam a ser submetidos a uma análise mais rigorosa.
A agência informou ainda que revisará todos os pedidos aprovados durante o governo Biden para imigrantes vindos dessas nações.
O que motivou a mudança
O ataque que motivou a mudança, atribuído a um suspeito de nacionalidade afegã, ocorreu na semana do Dia de Ação de Graças e resultou na morte de um soldado da Guarda Nacional e ferimentos em outro.
No dia seguinte, Trump determinou a revisão imediata dos green cards concedidos a cidadãos dos 19 países.
De acordo com o memorando, uma lista prioritária de casos será elaborada em um prazo de 90 dias. Esses pedidos poderão ser reavaliados e, se necessário, encaminhados a autoridades migratórias ou órgãos federais de aplicação da lei.
Trump ataca imigrantes somalis em meio a escândalo em Minnesota
Trump voltou a atacar publicamente a Somália e seus imigrantes nesta terça-feira, 2, afirmando que cidadãos do país africano “não deveriam ser bem-vindos” nos Estados Unidos.
As declarações ocorrem enquanto autoridades em Minnesota investigam um amplo esquema de fraude que, segundo a Justiça, desviou mais de US$ 1 bilhão – cerca de R$ 5,35 bilhões – em recursos destinados a programas sociais, supostamente operado por grupos ligados à comunidade somali-americana.
Durante uma reunião de gabinete, Trump afirmou que a Somália “não tem nada, só guerra”, e declarou que o país “não presta”.
O presidente disse ainda que aceitar imigrantes somalis colocaria os EUA “na direção errada” e retomou narrativas que exploram temores de perda de influência política e cultural entre a população branca.
Trump também atacou a deputada democrata Ilhan Omar, nascida na Somália e representante de Minnesota na Câmara. “Ilhan Omar é um lixo. Os amigos dela são um lixo”, afirmou.
A parlamentar respondeu nas redes sociais: “Sua obsessão comigo é inquietante. Espero que receba a ajuda de que tanto precisa.”
Na semana anterior, Trump já havia revogado as proteções de deportação válidas para somalis desde 1991, quando o país mergulhou em um período de instabilidade.
As investigações em Minnesota incluem denúncias de organizações que teriam falsamente declarado alimentar crianças durante a pandemia para desviar recursos públicos.
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