Governo retira funcionários da embaixada do Brasil em Damasco

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Governo retira funcionários da embaixada do Brasil em Damasco


Outros países, como Argentina, Hungria e Sérvia, também realizaram operações de retirada de diplomatas, segundo informações o governo brasileiro


Publicado em 09/12/2024 às 21:42



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O governo federal determinou a retirada imediata de funcionários da Embaixada do Brasil em Damasco, capital da Síria, depois da derrubada do regime do ditador Bashar Assad por rebeldes. Segundo o Itamaraty, toda a equipe diplomática brasileira deixou o país, seguindo para o Líbano.

A retirada inclui apenas os servidores brasileiros e seus parentes. A equipe do Itamaraty é composta pelo embaixador André Luiz Azevedo dos Santos, o assistente de chancelaria, Fabio Antonio do Rosário, o agente administrativo, Alexandre Elias de Figueiredo – ambos no cargo de vice-cônsul – e o assistente de chancelaria, Nergiton Majela de Souza.

O embaixador era o único diplomata de carreira na Síria e trabalhava com apoio desses três servidores administrativos. Ele deve permanecer em Beirute de forma provisória, respondendo pela embaixada, até que haja condições de segurança para retornar a Damasco.

Debandada

Outros países, como Argentina, Hungria e Sérvia, também realizaram operações de retirada de diplomatas, segundo informações o governo brasileiro. O Chile avalia seguir o mesmo protocolo, determinado por causa da deterioração das condições de segurança em Damasco.

O governo brasileiro avaliou que a embaixada ficou vulnerável depois que outras instalações diplomáticas foram invadidas na capital síria.

No fim de semana, a embaixada monitorou a situação de brasileiros no país e disse que não havia, até então, registro de vítimas. O Itamaraty também orientou os brasileiros que deixassem a Síria imediatamente.

O governo brasileiro afirmou que “acompanhava com preocupação a escalada de hostilidades na Síria” e pediu “máxima contenção” para assegurar a integridade da população e da infraestrutura civis.

“O Brasil reitera a necessidade de pleno respeito ao direito internacional, incluindo ao direito internacional humanitário, bem como à unidade territorial síria e às resoluções pertinentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores, em nota.



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