Uma comissão vai reabrir a investigação sobre a morte do ex-presidente após novas análises questionarem versão oficial da Ditadura Militar
Publicado em 13/02/2025 às 10:32
| Atualizado em 13/02/2025 às 11:01
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A Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) realiza nesta sexta-feira (14), no Recife, uma reunião em que deve ser aprovada uma reanálise do acidente que matou o ex-presidente Juscelino Kubitschek em 1976, durante a Ditadura Militar.
Junto ao governo Lula, a CEMDP (órgão que tem apoio técnico-administrativo do Ministério dos Direitos Humanos) vai reabrir o caso para investigar as causas do acidente, cercado de controvérsias desde as primeiras investigações.
Em 22 de agosto de 1976, o Opala onde estavam JK e seu motorista, Geraldo Ribeiro, atravessou o canteiro central da Rodovia Presidente Dutra, no sentido Rio de Janeiro, e se chocou de frente com uma carreta na pista oposta. Os dois morreram na colisão.
Laudos contraditórios
Conforme apuração da Folha de S. Paulo, a investigação do regime militar concluiu que o carro ficou desgovernado após ser atingido por um ônibus, quando tentava ultrapassá-lo. O mesmo veredito foi dado pela Comissão Nacional da Verdade, em 2014, e por uma comissão externa da Câmara dos Deputados, em 2001.
No entanto, investigações das Comissões Estaduais da Verdade de São Paulo e de Minas Gerais levantaram a possibilidade de que o caso se trate de um atentado político. Essas apurações indicam causas como sabotagem mecânica, tiro ou envenenamento do motorista.
O Ministério Público Federal (MPF) realizou um inquérito civil, entre 2013 e 2019, que descartou a hipótese de choque entre o Opala e o ônibus, mas concluiu não ser possível afirmar ou descartar que o caso tenha sido um atentado, com a justificativa de “não há elementos materiais suficientes para apontar a causa do acidente ou que expliquem a perda do controle do automóvel”.
O inquérito do MPF tomou como base um estudo encomendado pelo órgão ao engenheiro e perito Sergio Ejzenberg, especialista em transportes. Segundo a Folha, foi esse laudo que motivou o governo Lula a retomar as investigações do caso.
A reunião da CEMDP ocorre na Ordem dos Advogados do Brasil de Pernambuco (OAB-PE), nesta sexta (14), no Recife. Esta é a terceira Reunião Ordinária da comissão, desde que foi retomada por Lula, em 2024, após ser extinta no governo Bolsonaro.
A CEMDP realiza atividades na capital pernambucana desde a última terça-feira (11). A agenda integra um plano de ações da comissão que visa percorrer o Brasil para levantar dados sobre as vítimas da Ditadura Militar.





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