Secretaria de Comunicação afirma que licitação respeitou a transparência e que a possibilidade de renovação por 10 anos é prevista por lei
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
O Governo de Pernambuco se pronunciou, nesta segunda-feira (4), sobre o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os gastos com publicidade, protocolado por deputados de oposição na Assembleia Legislativa (Alepe).
Em nota, a Secretaria de Comunicação do Estado afirmou que todo o processo licitatório foi conduzido “de acordo com a legislação vigente, respeitando os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade e transparência”.
A manifestação do governo é uma resposta direta à ação da bancada de oposição, que questiona a legalidade de um novo contrato de publicidade no valor de R$ 120 milhões anuais e, principalmente, a possibilidade de sua renovação por até 10 anos.
Em sua defesa, o governo esclarece que o contrato firmado tem uma vigência inicial de 12 meses. A possibilidade de estender o vínculo por até 10 anos, segundo a nota, está amparada na nova Lei de Licitações (14.133/2021).
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
A legislação autoriza prazos mais longos para “serviços contínuos” – categoria na qual, segundo o governo, a publicidade institucional se enquadra. A justificativa para o prazo estendido seria a busca por “eficiência e planejamento de longo prazo”.
O governo também afirmou que o modelo de licitação adotado segue a jurisprudência do Tribunal de Contas da União (TCU) e práticas já utilizadas pelo Governo Federal e por outros estados.
Saiba como acessar nossos canais do WhatsApp
#im #ll #ss #jornaldocommercio” />
Justificativa do pedido de CPI
A solicitação para a abertura da “CPI da Publicidade” foi protocolada na Alepe pela bancada de oposição, que argumenta a necessidade de apurar os critérios para a aplicação dos recursos e a legalidade do contrato de longa duração.
Em contato com o JC, a autora do requerimento, Dani Portela (PSOL), explicou que a CPI é um movimento institucional da Alepe
“Fiscalizar o Poder Executivo é uma das nossas obrigações constitucionais, como está descrito no artigo 30 da Constituição do Estado de Pernambuco. E é isso que estamos fazendo neste caso”, disse.
“Um contrato que pode custar mais de 1 bilhão de reais ao nosso estado precisa ser tratado com seriedade, para que os indícios de corrupção denunciados sejam investigados com lisura e atenção, respeitando os princípios da administração pública. Este é um ato suprapartidário, não um jogo de oposição pura e simples”, completou a deputada.
Solicitado por Dani Portela, o pedido de CPI também contou com a assinatura de outros 17 deputados estaduais de partidos como PV, PSB, Psol, PCdoB, PSDB, União Brasil, Republicanos e PL. Entre esses, está o presidente da Alepe, Álvaro Porto (PSDB). Confira a lista:
- Abimael Santos (PL)
- Álvaro Porto (PSDB)
- Antonio Coelho (UB)
- Cayo Albino (PSB)
- Coronel Alberto Feitosa (PSL)
- Delegada Gleide Angelo (PSB)
- Diogo Moraes (PSB)
- Edson Vieira (UB)
- Francismar Pontes (PSB)
- Gilmar Junior (PV)
- João Paulo Costa (PCdoB)
- Joel da Harpa (PL)
- Junior Matuto (PSB)
- Mário Ricardo (Republicanos)
- Rodrigo Farias (PSB)
- Romero Albuquerque (UB)
- Sileno Guedes (PSB)
- Waldemar Borges (PSB)
O pedido agora seguirá os trâmites internos da Assembleia Legislativa para decidir se a comissão será ou não instalada.
/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2600366081.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/air-fyer-910x809.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)




/catracalivre.com.br/portaledicase.com/wp-content/uploads/2026/03/aries-1-4.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/lava-loucas-910x611.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2600366081.png?w=150&resize=150,150&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/air-fyer-910x809.png?w=150&resize=150,150&ssl=1)


