Governo do Estado alega que acionou MPF sobre irregularidades de empresa contratada

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Governo do Estado alega que acionou MPF sobre irregularidades de empresa contratada



LICITAÇÕES
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De acordo com gestão, em 2024 a Procuradoria Geral do Estado solicitou que o MPF impedisse que a companhia fornecesse produtos ao serviço público

Com contratos superiores a R$ 331 mil, só em 2025, com a MN Plásticos & TNT, que está sendo investigada por irregularidades pelo Ministério Público Federal (MPF), a gestão Raquel Lyra alegou que acionou o ministério para que a empresa fosse considerada inidônea, ou seja, inadequada para firmar acordos com o poder público.

De acordo com o Governo de Pernambuco, em 2024 a Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE) solicitou que o MPF impedisse que a companhia fornecesse produtos ao serviço público.

O MPF apresentou à Justiça uma petição contra dois empresários que teriam criado a MN Plásticos & TNT, que fornece, entre outras coisas, lonas plásticas para cobertura de áreas de risco nos morros, como fachada para contornar uma proibição judicial e continuar participando de licitações públicas em Pernambuco.

O caso foi divulgado pelo JC na última quarta-feira (28), que apresentou a informação de que a companhia também tem licitações com a Prefeitura do Recife – mais de R$ 20 milhões em contratos com a gestão municipal nos últimos quatro anos. A gestão João Campos alegou que a firma apresentou documentos comprovando a aptidão para participar dos certames.



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