Érica Hilton, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, tirou a máscara e tem se mostrado excessivamente autoritária contra as mulheres
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MANSPLAINING DO BEM
A cultura em voga usa a expressão inglesa para classificar um homem que interrompe uma mulher constantemente. Depois que a Comissão dos Direitos da Mulher passou a ser comandada por Érika Hilton (Psol-SP), as deputadas já sentiram na pele o que é um fenômeno autoritário. Hilton já cortou o microfone de deputadas mais de uma vez. A pauta “woke” ainda não foi acionada.
TRUMP DE SAPATO NOVO
O presidente norte-americano distribuiu a aliados sapatos ao custo de US$ 145 cada, pagos por ele, mas com um pequeno problema. Aliás, dois: todo mundo está usando sapatos idênticos e tamanhos errados, o que faz lembrar a letra da música Sapato 36, do professor Cláudio Roberto (1952-2022), na voz de Raul Seixas (1945-1989): “Eu calço é 37 / Meu pai me dá 36 / Dói, mas no dia seguinte / Aperto meu pé outra vez”. Tem também um delicioso chorinho, André de Sapato Novo, de André Vitor Correia (1888-1948).
ADVOCACIA BEM REMUNERADA
O fenômeno de parentes de juízes de cortes superiores ainda vai dar no que falar: a história do momento é o jovem advogado, Kevin de Carvalho Marques, de 25 anos — de idade, é bom que se diga — que recebeu R$ 18 milhões do Banco Master e do frigorífico JBS por uma consultoria tributária.
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AGORA
Se você é advogado e ainda não pegou uma causa dessas, mesmo tendo 25 anos de OAB, o problema pode estar no seu sobrenome. Fosse um Moraes, um Marques…
UMA BANANA PARA NEYMAR
Tem aquela expressão: quem procura acha, não é? Pois Túlio Gadêlha (Rede-PE) resolveu fazer chacota com Neymar por não ter sido convocado para a Seleção Brasileira e aparece no vídeo comendo uma banana. Como a internet não perdoa, já estão associando o deputado pernambucano a uma abordagem racista.
– Vocês da direita estão comemorando que o Wagner Moura não levou o Oscar; eu só queria dizer uma coisa: o Neymar não foi convocado para a Seleção — diz Túlio, no vídeo.
TOME RESPOSTA
A maioria dos comentários concorda com o galã de Pernambuco que Carlo Ancelotti fez bem em não convocar Neymar, mas alguns associaram a banana a racismo: “Por que você come uma banana falando do Neymar, que é negro?”. Achou!
VOLTA, LULINHA
Ao menos dois parlamentares governistas, integrantes da CPMI do INSS, defendem o retorno ao Brasil do filho mais velho do presidente Lula da Silva (PT), “para não deixar transparecer que ele está fugindo”. Apontado como sendo amigo do Careca do INSS — o arquiteto do roubo bilionário na conta de aposentados e pensionistas —, Fábio Luís, o Lulinh, viria ao Brasil antes de ser convocado pela Polícia Federal, uma vez que os governistas não o querem depondo na CPMI.
OU TUDO OU NADA
Em curto diálogo entre a defesa do banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), teria sido proposto pelo advogado que a delação do banqueiro seria de forma mista, envolvendo a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República. Juridicamente, o relator no STF estudará uma saída para que, mais tarde, não ocorra o que se deu com a Lava Jato.
DESEQUILÍBRIO DE FORÇAS
A presidente nacional do Podemos, deputada Adriana Ventura (SP), criticou a decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que suspendeu a quebra de sigilo do fundo Arleen, que já fez negócios com a empresa dos irmãos Toffoli.
– Uma decisão individual invalida tudo. Esse desequilíbrio entre os Poderes precisa ser discutido urgentemente!
MEMÓRIA CURTA
Quem acompanha o raivoso Paulo Pimenta (PT-RS) na CPMI do INSS, principalmente quando os assuntos são “o filho do rapaz” e o “irmão do rapaz” — termos usados para se referir ao filho e ao irmão de Lula —, nem se lembra de que, em 2005, em meio à CPI do Mensalão, Pimenta era vice-presidente da comissão e teve de renunciar depois de ter reconhecido que foi imprudente ao entrar no carro em que estava o empresário Marcos Valério, na terça-feira. “A minha atitude, como vice-presidente, expôs o trabalho da CPI”.
PENSE NISSO!
O Supremo Tribunal Federal virou o combo perfeito para colocar em dúvida a seriedade da Corte e até onde alguns de seus ministros estão planejando chegar, porque, no quesito confiança, ela já faz um bom tempo que está cada vez mais escassa.
O episódio do veto de Gilmar Mendes ao pedido de quebra de sigilos do fundo Arleen, votado na CPI do Crime Organizado, é a mais cristalina das evidências de que a blindagem anda solta.
Durante julgamento, Gilmar Mendes contou que uma juíza italiana o teria abordado e, “sem disfarçar a admiração”, teria dito: “Então são vocês que compõem o tribunal que enfrentou Elon Musk, o homem mais poderoso do mundo?”
Um brasileiro médio, com informações do cotidiano, teria dito: “Ah, ministro, quer dizer que você faz parte do tribunal que mantém há sete anos um inquérito que vocês usam quando querem vestir o manto da censura”.
Pense nisso!
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