Bom desempenho da economia puxa a criação de postos de trabalho com carteira assinada no estado, apontando na direção da recuperação
Publicado em 01/11/2024 às 0:00
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Pelo segundo mês consecutivo, em setembro, os pernambucanos foram destaque no saldo positivo de empregos, alcançando o primeiro lugar no Nordeste e o terceiro, no Brasil. O resultado é animador para um estado que precisa dar sinais de recuperação da economia há muitos anos, após um longo tempo de estagnação, exibindo índices sociais entre os piores do país em desenvolvimento humano. Com quase 18 mil empregos gerados em setembro, depois de pouco mais de 18 mil, também, em agosto, já são mais de 61 mil novas carteiras de trabalho em 2024, num desempenho que, ao mesmo tempo, sinaliza para o acerto de políticas públicas, e pode estampar algum otimismo na face da população – estimulando investimentos que ampliem a abertura de oportunidades.
Os dados do novo Caged, divulgados pelo governo federal, mostram ainda que, no acumulado da gestão de Raquel Lyra e Priscila Krause, foram gerados mais de 113 mil novos empregos em Pernambuco. “São números importantes”, ressaltou a governadora em exercício, Priscila Krause, observando que os resultados também propiciam o aumento do consumo da população, graças à elevação da distribuição de renda. A retomada do protagonismo regional, por sua vez, foi anotada pela secretária de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo do Estado, Amanda Aires. O aquecimento do ambiente de negócios e a preparação dos cidadãos para a ocupação das vagas são pontos exaltados pela secretária, como fatores determinantes para a recuperação que desponta.
Uma característica relevante da geração de postos de trabalho em Pernambuco é a distribuição de oportunidades em todos os cinco grandes setores produtivos – indústria, serviços, agropecuária, comércio e construção, nessa ordem. Trata-se, portanto, de um desempenho que se espalha pela economia, com potencial de multiplicar os efeitos e ganhar sustentabilidade em ciclo mais longo. O que não é desprezível em uma conjuntura econômica que carrega uma das taxas de desemprego mais altas do país, há vários anos. Mas em 2024, a recuperação é notória: apesar de continuar alto, no segundo trimestre o índice de desemprego de 11,5% foi o mais baixo desde 2015. Uma tendência que certamente se mantém, a partir dos números de geração de empregos de agosto e setembro, no terceiro trimestre do ano.
A articulação entre políticas publicadas voltadas para a formação e qualificação de recursos humanos, a atração de investimentos e a melhoria do ambiente de negócios, e a efetivação de investimentos privados, vem trazendo as consequências esperadas para os pernambucanos. Agora é preciso fazer os ajustes necessários para manter o rumo e acelerar o passo, aproveitando os ventos favoráveis da conjuntura nacional, mantendo a liderança de criação de empregos no Nordeste, e fortalecendo o ânimo empresarial e o otimismo da população com o futuro próximo, através de conquistas renovadas para a qualidade de vida dos pernambucanos, que passou período longo demais em decadência.




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