“Quintais – Memórias Afetivas e Transformações Urbanas”, de Valéria Gomes, fica em cartaz no Centro Cultural Cais do Sertão, no Bairro do Recife
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Algumas narrativas visuais conseguem revelar a beleza contida na simplicidade do cotidiano, transformando cenas corriqueiras em memórias coletivas.
É o caso da exposição “Quintais – Memórias Afetivas e Transformações Urbanas“, assinada pela fotógrafa Valéria Gomes, que estará em cartaz de 16 a 30 de setembro, no Centro Cultural Cais do Sertão, no Bairro do Recife.
Por meio de imagens que resgatam a memória dos quintais rurais e urbanos, a mostra convida o público a refletir sobre a perda desses espaços diante da urbanização acelerada e a reconhecer sua dimensão simbólica como territórios de afeto e sociabilidade.

Imagem da mostra ‘Quintais – Memórias Afetivas e Transformações Urbanas’, assinada pela fotógrafa Valéria Gomes – VALÉRIA GOMES DIVULGAÇÃO
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“Eu viajo muito pro interior e vivo na capital. Então, eu percebi que, de alguma forma, o local do quintal foi se apagando ao longo desse tempo, obviamente pela modernidade da vida, né?”, afirma Valéria Gomes, ao JC.
“Percebi também que nesses locais havia um reflexo da vida afetiva familiar. As pessoas comemoravam aniversários, almoços de domingo, festejavam batizados. Hoje você não tem mais esse espaço. A partir dessa observação, tentei mostrar a resistência das pessoas em não perder esse lugar afetivo.”
Processo espontâneo
O processo de realização das fotografias foi marcado pela espontaneidade.
“Eu tava numa cidade trabalhando, via um quintal interessante e fotografava. Viajando para outros lugares, fui colecionando imagens. Só nesses últimos dois anos, 2024 e 2025, comecei a refletir profundamente sobre fazer uma narrativa visual sobre essa questão dos quintais.”

Imagem da mostra ‘Quintais – Memórias Afetivas e Transformações Urbanas’, assinada pela fotógrafa Valéria Gomes – VALÉRIA GOMES DIVULGAÇÃO
A fotógrafa acredita que a exposição se apresenta como um chamado à valorização desses espaços que marcaram gerações com brincadeiras, cuidados com a natureza, encontros e histórias partilhadas.
A mostra se coloca, assim, como um gesto de encontro entre arte, memória e reflexão sobre os rumos da vida urbana contemporânea.
“Todas as pessoas que fotografei e que tinham quintais falavam desse aspecto afetivo que hoje as novas gerações não conhecem e não têm muita familiaridade. Atualmente, a convivência acontece mais fora de casa, em parques públicos, por exemplo. Ainda assim, quem mora no subúrbio e mantém quintal preserva esse espaço.”
O projeto é realizado com incentivo da Lei Aldir Blanc, iniciativa nacional de fomento à cultura.

Imagem da mostra ‘Quintais – Memórias Afetivas e Transformações Urbanas’, assinada pela fotógrafa Valéria Gomes – VALÉRIA GOMES DIVULGAÇÃO

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