Folia sim, golpes não: dicas contra prejuízos em caso de roubo de celular no Carnaval

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Folia sim, golpes não: dicas contra prejuízos em caso de roubo de celular no Carnaval



Com maior circulação de pessoas e dinheiro, período exige atenção e uso de ferramentas de segurança. Adoção do seguro de celular é uma opção

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A intensa circulação de pessoas e de dinheiro impulsiona a economia no Carnaval, mas também amplia a atuação de golpistas, que se aproveitam da distração comum no período. Por isso, algumas medidas de proteção são importantes, sobretudo em relação aos aparelhos celulares.

“Além de ser um produto com alto valor agregado, o celular guarda informações pessoais, aplicativos bancários, documentos e memórias. Quando ocorre um furto, o impacto é imediato e pode ser significativo”, pontuou Emerita Lyra, diretora executiva do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne). 

Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2025, o país registrou mais de 900 mil aparelhos celulares subtraídos no último ano, sendo 498.516 furtos e 419.232 roubos. Muitas dessas ocorrências se concentram em períodos festivos, com maior aglomeração.

“Conhecer a abordagem dos criminosos em diferentes contextos é um dos elementos principais para evitar prejuízos financeiros na folia”, citou Felipe Tambelini, diretor de Prevenção a Fraudes do Itaú Unibanco.

Confira as principais dicas de proteção

1 – Ajuste os limites das transações e ative notificações

Reduza o valor disponível para saques, Pix e compras diretamente no aplicativo do banco. Ativar notificações em tempo real para movimentações financeiras é essencial para monitorar qualquer atividade suspeita de forma tempestiva. Essa medida pode minimizar prejuízos em situações de roubo, furto ou uso indevido do cartão.

2 – Proteja seu celular antes de sair de casa

Habilite autenticação em dois fatores e o reconhecimento facial nos aplicativos e evite salvar senhas, documentos e informações sensíveis no celular. Anote o número de IMEI do aparelho para rastreio e bloqueio remoto em caso de roubo.

3 – Atenção no cartão e na maquininha ao realizar pagamentos

Prefira o uso de carteiras digitais como Apple Pay ou Google Pay, que evitam o contato direto com terceiros e reduzem a exposição dos dados do cartão físico. Exigir comprovantes físicos ou digitais após cada transação é uma boa prática para garantir transparência. Confira o valor antes da confirmação e evite maquininhas com visores danificados.

4 – E em caso de roubo ou furto…

Entre em contato com a instituição financeira imediatamente para realizar os bloqueios necessários e registre um boletim de ocorrência na delegacia de polícia mais próxima. 

SEGURO DE CELULAR É RECOMENDADO

Uma alternativa é a contratação de um seguro para o celular, que pode oferecer cobertura contra roubo, furto simples e qualificado, quedas acidentais, quebra de tela e danos por líquidos.

Em alguns planos, ainda há opções de reparos rápidos, substituição do dispositivo e contratação de apólices específicas ou extensões de cobertura para danos e perdas durante os dias de festa, inclusive com adesão online.

Segundo dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), aproximadamente 10 milhões de smartphones contam com algum tipo de seguro no país, deixando uma base estimada em 167 milhões de usuários vulneráveis a prejuízos financeiros.

“O seguro não evita o crime, mas reduz o prejuízo financeiro e ajuda o consumidor a se recuperar mais rapidamente”, disse Emerita Lyra. 



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