Flávio Bolsonaro diz que ação de Moraes foi ‘vingança’

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Flávio Bolsonaro diz que ação de Moraes foi ‘vingança’


Aliados do ex-presidente no Congresso planejam uma reunião de emergência para discutir uma reação à prisão domiciliar imposta ao ex-chefe do Executivo



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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (4) que a decretação da prisão domiciliar de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), é uma vingança do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pelas sanções que sofreu dos Estados Unidos. “Era tudo o que Alexandre de Moraes queria, se vingar do presidente Bolsonaro. É uma clara demonstração de vingança pelas sanções”, disse Flávio durante entrevista à CNN Brasil.

O filho de Bolsonaro declarou ainda que Moraes é uma “pessoa sem limites” e prejudica a reputação do STF perante a opinião pública. “Espero que o Supremo, em algum momento, consiga colocar um freio nessa pessoa, que está levando a Corte para um grande desgaste”, afirmou o senador.

Flávio publicou em rede social um vídeo do ex-presidente conversando, de forma remota, com manifestantes em ato na orla de Copacabana, no Rio, no domingo, 3. “Ele (Moraes) inventa medidas cautelares que não estão na lei e são da cabeça dele e todo mundo é obrigado a entubar. Ou nós botamos um freio a Alexandre de Moraes ou o Brasil vai para uma vala vexaminosa”, criticou.

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‘Duplo padrão’

Na avaliação de Flávio, há um “duplo padrão” na Justiça brasileira e as ações contra Bolsonaro só vão fortalecer o ex-presidente. “Entendam uma coisa: vocês não vão destruir o bolsonarismo. Não viram as imagens de ontem (domingo), como o povo brasileiro está ao lado de Bolsonaro? Quanto mais perseguirem Bolsonaro, mais a população se sensibiliza com quem é perseguido injustamente”, disse o senador.

Aliados do ex-presidente no Congresso planejam uma reunião de emergência para discutir uma reação à prisão domiciliar imposta ao ex-chefe do Executivo. A ideia inicial do grupo é buscar formas de pressionar os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

No caso de Motta, o objetivo é pressionar o deputado ao máximo para que ele paute a anistia do 8 de Janeiro. Já de Alcolumbre eles querem que o chefe do Senado coloque em discussão o impeachment de ministros do Supremo, sobretudo o de Moraes.

“Chegou uma hora que não tem para onde correr. Ou ele pauta ou ele está sendo omisso frente a um ditador”, disse o deputado Domingos Sávio (PL-MG). O líder do PL na Casa, Carlos Portinho (RJ), mudou os planos e partiu para Brasília já na noite de ontem. “Diante do agravamento dessa escalada autoritária, o Senado Federal tem a obrigação institucional e moral de agir. É urgente a abertura imediata de um processo de impeachment contra Alexandre de Moraes, antes que o Brasil mergulhe na maior crise política, econômica e social de sua história recente”, diz nota conjunta assinada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder na oposição no Senado, Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara, e Zucco (PL-RS), líder da oposição na Câmara.

Os parlamentares do PL afirmam que a aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes foi situação causada por ele mesmo. “A primeira decisão, que impôs medidas cautelares confusas, arbitrárias e juridicamente questionáveis, foi o estopim de uma crise institucional fabricada por ele próprio. Moraes cavou essa situação ao extrapolar funções.”


 





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