CARNAVAL 2026
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Louise França, filha do fundador da Nação Zumbi, e o músico Alexandre Garnizé criticaram escolha de influenciadora, envolvida na PCI das Bets
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A escolha do manguebeat como tema da escola de samba Grande Rio em 2026, recebida com entusiasmo em Pernambuco, ganhou contornos de controvérsia e lamento com o anúncio da nova rainha de bateria da escola, a influenciadora Virgínia Fonseca.
Com mais de 50 milhões de seguidores nas redes sociais, a empresária foi convocada a depor na CPI das Bets, que investiga a promoção de jogos de azar online feita por influenciadores digitais.
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De acordo com a revista Piauí, Virgínia possuía um contrato que lhe garantia 30% de tudo o que seus seguidores perdiam. Ela também teria recebido um adiantamento de R$ 50 milhões pela parceria.
A escolha da influenciadora, que substitui a atriz Paolla Oliveira, foi vista como contraditória em relação aos princípios do movimento mangue, que denunciava a desigualdade e as mazelas sociais brasileiras nos anos 1990.
Filha de Chico Science se posiciona
Louise França, filha de Chico Science e uma das responsáveis pela gestão do legado do artista, se manifestou sobre o tema em uma rede social.
“Não, nem na mais louca hipótese eu seria a favor da decisão de receber esse ser humano como rainha de bateria da Grande Rio dentro de um enredo tão profundo e importante, e ao mesmo tempo tão distante e díspar do que ela representa. Enredo este que diz respeito a um legado cultural e histórico que ela sequer compreende”, disse.
Apesar da discordância, a cantora e atriz afirmou que não tem “poder de mudar algo que já está feito”.
“Assim como uma figura como ela também não tem o poder (que algumas pessoas têm sugerido) de diminuir, manchar ou ferir a memória do movimento, por pior que o cenário pareça”, disse.
“Eu entendo 100% a sensação de incredulidade com a decisão da escola, pois ela é minha também. Contudo, não vou optar pelo cancelamento da homenagem. Falando por mim, filha de Chico Science. Que na Sapucaí e na história permanecerá PROTAGONISTA e RELEVANTE, e não um mero enfeite alegórico perecível que trata com deboche a desgraça alheia”, encerrou.
Músico critica decisão
O músico Alexandre Garnizé, que integrou a banda Faces do Subúrbio – nascida da efervescência do mangue – apontou uma “incoerência na escolha”.
“O movimento manguebeat nasceu como um grito coletivo contra as desigualdades sociais, a pobreza e o descaso com as periferias — um levante cultural que colocou no centro da arte brasileira as vozes e os corpos historicamente marginalizados”, escreveu, em publicação que recebeu reações positivas de personalidades como Otto e Lenine.
“Isso não é apenas um erro estético ou simbólico: é um desrespeito à memória do movimento, aos artistas que o construíram e ao legado de luta social que ele representa”, continuou.
“O manguebeat nunca foi só sobre música; foi e continua sendo sobre resistência, denúncia e transformação. Transformar esse enredo em espetáculo vazio, dissociado de sua essência, e associá-lo a quem representa justamente o oposto dos seus valores, é esvaziar sua potência política e cultural.”
Enredo
A Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Grande Rio — ou simplesmente Grande Rio — é uma escola de samba brasileira do município de Duque de Caxias, sediada na Rua Almirante Barroso, no centro da cidade.
A escola foi vice-campeã em 2006, 2007, 2010, 2020 e 2025. Em 2022, ano em que conquistou o título de campeã, a escola foi declarada patrimônio cultural de natureza imaterial do Estado do Rio de Janeiro.
Já o Movimento Mangue surgiu no início dos anos 1990, liderado por Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A, mas agregando dezenas de outras bandas e artistas de diversas áreas.







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