Festival Literário Judaico tem debates sobre verdade, memória e extremismo em SP

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Festival Literário Judaico tem debates sobre verdade, memória e extremismo em SP


O Museu Judaico de São Paulo realiza a quarta edição do Festival Literário (FliMUJ) a partir desta quinta-feira (9). O evento reúne autores e pensadores do Brasil e do exterior para discutir os desafios da construção coletiva da verdade até domingo (12).

Entre os convidados estão a historiadora israelense Fania Oz-Salzberger, autora de “Os Judeus e as Palavras”, que abre o festival nesta quinta, às 19h, e a socióloga Eva Illouz, (sábado, às 17h) que apresenta reflexões sobre os impactos do antissemitismo.

A escritora franco-ruandesa Scholastique Mukasonga, vencedora do Prêmio Renaudot, participa de mesa sobre memória e reparação, também no dia 11, às 15h.

A programação ainda inclui a quadrinista Rutu Modan, conhecida pelos álbuns “A Propriedade” e “Túneis”, que conversa com a cartunista Laerte Coutinho sobre a força política do humor e da ilustração (sexta-feira, às 19h).

No domingo, às 15h, a escritora alemã Jennifer Teege, autora de “Amon: Meu Avô Teria Me Executado”, participa de debate com o brasileiro André de Leones, que escreveu o romance “Meu Passado Nazista”, sobre a participação do avó no regime de Hitler. Eles conversam sobre como o extremismo pode se reproduzir em contextos cotidianos e familiares.

A programação também conta com Julián Fuks, vencedor do Jabuti com “A Resistência”, e Tatiana Salem Levy, autora de “A Chave de Casa”. Os dois falam sobre literatura e exílio (sábado, às 11h).

Carol Rodrigues e Felipe Poroger, autor de “Alguém Sobrevive nesta História”, conversam sobre as experiências da geração que cresceu nos anos 1990, na sexta, às 17h.



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