Uma celebração tipicamente chinesa chega à segunda edição em São Paulo. O Festival da Lua acontece neste sábado (14) e domingo (15), na rua 25 de Março, região central. Gratuito, o evento conta com apresentações de dança, ópera, desfile e cerca de 80 comidas tradicionais.
A festa tem início às 10h de sábado e segue até 21h. Já no domingo, começa no mesmo horário e vai até as 17h30. Na manhã do dia 14, desfiles dominam a programação e, à tarde, as apresentações de ópera são destaque.
O grupo Zhejiang Wu Opera Troupe faz dois shows, um às 12h10 e outro às 18h do sábado. Vindos da cidade de Jinhua, na China, o conjunto faz um espetáculo que combina arte, cultura e história em performances de música e dança.
Comum aos dois dias, danças chinesas estão previstas, o que inclui versões como tradicional e folclórica. São 21 apresentações, com duração de dez minutos cada uma. No domingo, às 13h50, há destaque para uma execução de dança com kung fu.
Uma das atrações mais esperada é o desfile do dragão. Neste ano, a fantasia terá cem metros de comprimento, além de luzes de led. No sábado, será às 19h30 e no domingo, às 12h30 e às 17h.
Artes marciais, canto e rap chinês também estão na lista de atividades. Essa última só terá dois horários: sábado, às 16h45 e domingo, às 16h05. O último dia de festa termina com um concurso de cosplay, às 16h10. Para participar, é necessário vestir uma fantasia com temática chinesa.
Se der fome, estarão disponíveis comidas tradicionais com custo médio de R$ 15 a R$ 20. Há opções como guioza, bao, sagu com inhame, tempurá chinês, chá de jasmim com creme, além do bolo da lua. Feito com amido, açúcar e leite em pó, o quitute remete a uma lenda que também explica a festa.
O festival originou-se quando os chineses começaram a estabelecer relações entre o movimento da Lua, as estações do ano e a produção agrícola. Como gratidão pela colheita abundante, eles faziam oferendas ao satélite natural nos dias de outono.
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Há, também, a história de um homem chamado Hou Yi, que salvou a Terra abatendo nove dos dez sóis existentes na lenda. Ele recebeu um elixir da imortalidade e entregou à esposa Chang’e, mas um vizinho tentou roubá-lo, e a mulher, desesperada, tomou a poção.
A partir disso, ela se transformou em uma deusa e voou para o céu. Ao descobrir, o marido passou a oferecer os bolos favoritos de Chang’e à Lua.


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