Segundo a SDS, 9 mulheres foram vítimas desse tipo de crime em janeiro. Em um dos episódios, Policial matou esposa e tirou a própria vida no Recife
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O primeiro mês de 2026 começou com aumento dos casos de feminicídio em Pernambuco. Estatísticas divulgadas pela Secretaria de Defesa Social (SDS) indicam que pelo menos nove mulheres foram mortas pela condição de gênero em janeiro. No mesmo período do ano passado, foram oito.
O resultado é ainda mais preocupante quando se observa que o Estado já fechou o ano de 2025 com crescimento no número de feminicídios. Oficialmente, foram 88 vítimas, sendo 15,7% a mais em comparação com 2024.
Uma das vítimas recentes foi Ana Paula Alves Ferreira, de 51 anos. Segundo a Polícia Civil, ela foi assassinada a tiros pelo marido, o militar aposentado José Adeildo Magalhães, 71, que se matou em seguida. O crime foi registrado na casa do casal, no bairro do Ibura, Zona Sul do Recife, na madrugada de 21 de janeiro.
De acordo com testemunhas, uma sequência de tiros foi ouvida na Rua Monsenhor João Olímpio. Logo depois a filha do casal saiu de casa gritando que o pai havia matado a mãe dela. Vizinhos foram ao imóvel e encontraram a vítima ferida. O autor estava trancado no quarto, morto.
A mulher morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Lagoa Encantada. Vizinhos contaram que o casal já teria encerrado o relacionamento algumas vezes e que, pouco antes do crime, a mulher teria dito que novamente eles iriam se separar.
O governo de Pernambuco afirmou, em nota, que vem desenvolvendo ações voltadas à proteção e acolhimento das mulheres vítimas de violência.
“Os Centros de Referência, distribuídos nos municípios, oferecem atendimento psicológico, assistência social, orientação jurídica e articulação com os serviços de saúde, segurança pública e Justiça. A gestão estadual também disponibilizou veículos para os 184 municípios, garantindo o transporte de mulheres vítimas de violência”, citou.
A gestão pontuou que o aplicativo Protege Mulher reúne informações sobre atendimento, canais oficiais de denúncia e orientações sobre os tipos de violência.
PACTO CONTRA O FEMINICÍDIO
Na quarta-feira (4), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva instituiu o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, com a meta de atuações coordenadas e permanentes entre os Três Poderes, com o objetivo de prevenir a violência contra meninas e mulheres no País.
Uma das principais promessas é de diminuir o tempo entre a denúncia e a proteção efetiva da mulher. A ideia é que decisões judiciais, polícia, assistência social e rede de acolhimento passem a agir de forma mais integrada.
Em declaração enviada à imprensa após o evento, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, disse que o pacto nacional demonstra a necessidade urgente de enfrentamento ao feminicídio no País.
“Quando os Poderes se unem para tratar de um assunto tão sensível, a sociedade e, em especial, nossas mulheres, têm muito o que ganhar. Em Pernambuco, enfrentamos todos os tipos de violência contra as mulheres com firmeza”, afirmou.
DENÚNCIAS DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
Segundo as estatísticas da SDS, 3.890 queixas de violência doméstica/familiar foram registradas em Pernambuco em janeiro deste ano. No mesmo período de 2025, foram 3.630.
No Estado, as mulheres não precisam procurar uma delegacia para solicitar medida protetiva de urgência. Basta acessar o site do TJPE (portal.tjpe.jus.br). Na página inicial, é necessário rolar a tela até encontrar o ícone “Medida Protetiva Eletrônica” e, em seguida, clicar em “Iniciar Atendimento”.
A resposta do juiz ou juíza à solicitação será enviada para o número de celular cadastrado pela mulher em um prazo de até 48 horas.


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