Após quase 7 meses, resultados de exames de local e da arma do sargento não foram entregues. MPPE cobra informações para apresentar alegações finais
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Quase sete meses se passaram desde que o motociclista de aplicativo Thiago Fernandes Bezerra, de 23 anos, foi morto a tiros após discussão pelo valor da corrida de R$ 7, em Camaragibe, no Grande Recife. Mas o processo contra o sargento Venilson Cândido da Silva, 50, réu pelo crime, ainda aguarda os laudos das perícias – que estão atrasados.
A pedido do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), na última segunda-feira (16), a juíza Marília Falcone Gomes, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Camaragibe, cobrou ao Instituto de Criminalística e ao Instituto de Medicina Legal (IML) os resultados dos exames de local do crime e da arma apreendida com o policial militar.
Também solicitou os laudos das perícias tanatoscópica (corpo da vítima) e do vídeo que mostra a discussão e assassinato do motociclista.
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A fase de audiências de instrução e julgamento, com ouvida de testemunhas e interrogatório dos réus, já foi finalizada. A magistrada deu prazo para que o MPPE apresenta as alegações finais, pedindo ou não a condenação do réu pelo crime de homicídio qualificado (motivo fútil), conforme a denúncia.
Mas, sem acesso aos laudos das perícias, o MPPE informou que não poderá se posicionar por enquanto.
A coluna Segurança solicitou posicionamento da Secretaria de Defesa Social (SDS) sobre o atraso dos laudos. Quando houver resposta, o texto será atualizado.
Venilson segue preso preventivamente no Centro de Reeducação da Polícia Militar (Creed), em Abreu e Lima, por determinação da Justiça.
TIROS APÓS DISCUSSÃO
Segundo a investigação, o sargento discutiu com o motociclista logo após a corrida, em frente ao Condomínio Real Garden, no bairro de Santa Mônica, na tarde de 1º de dezembro. Uma câmera de segurança filmou.
“Vai fazer o quê? Vai fazer o quê? Vai atira aí”, disse Thiago Fernandes, de braços abertos. Logo depois, o PM atirou na vítima, que morreu no local. O acusado fugiu, trocou de roupas em casa e entrar em um ônibus, mas foi capturado e espancado por populares. Policiais foram acionados e fizeram o socorro dele, que acabou autuado em flagrante.
A defesa alegou, na época, que o PM atirou porque o motociclista teria feito menção a estar armado. E que a discussão não teria ocorrido por causa do valor da corrida, mas pelo fato de Thiago ter se negado a deixar o réu dentro do condomínio onde ele morava.
SARGENTO INVESTIGADO PELA CORREGEDORIA
Além do processo criminal, o sargento responde a um processo administrativo disciplinar, sob a responsabilidade da Corregedoria da Secretaria de Defesa Social (SDS).
Na semana em que Venilson foi preso, o secretário estadual, Alessandro Carvalho, também determinou o afastamento dele das funções públicas.
Na decisão, o gestor afirmou que o objetivo é “garantir a ordem pública, a instrução regular do processo disciplinar e a viabilização da correta aplicação de sanções disciplinares, já que recai sobre ele indícios de práticas de atos incompatíveis com as funções públicas”.






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