Mostra na Número Galeria conta com 26 obras que conectam produções dos anos 1980 a investigações atuais, explorando geometrias, cores e arquitetura
JC
Publicado em 25/08/2025 às 16:59
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A Número Galeria, na Zona Sul do Recife, recebe a coletiva “Cartografia Construtiva”, que apresenta 26 obras criadas entre os anos 1980 e os dias atuais.
A mostra conecta diferentes gerações de artistas em torno de três eixos: geometria, cor e arquitetura.
Obras guardadas por décadas
Algumas peças chegam ao público depois de décadas preservadas em acervos privados. É o caso de “Sistema X”, de Iza do Amparo, marcado pela força gráfica do “X” e pelas combinações cromáticas vibrantes em preto, vermelho, branco, azul e verde.
Outro destaque é “Fachada X”, de Roberto Lúcio. A série de listras verticais e quadrados em relevo evoca fachadas arquitetônicas e reafirma a potência de um trabalho que permanece atual e instigante.
Revisitadas, essas obras históricas ganham nova luz e dialogam diretamente com produções contemporâneas.
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Novas investigações
O diálogo com os trabalhos mais recentes amplia o campo construtivo em várias direções.
Os “Cobogós” de Aprígio Fonseca reafirmam a disciplina da forma.
Já o “Corte Vazio”, de Eduardo Gaudêncio, desloca o olhar e tensiona o espaço.
Márcio Almeida mergulha em densidades cromáticas. Gabriel Petribú embaralha palavra e imagem em grafismos verbo-visuais. Joelson Biu ergue colunas cerâmicas que remetem a arquiteturas verticais. Humberto Peixoto apresenta uma escultura vermelha em madeira, irregular, instável e pulsante.
Ritmo e cadência da mostra
Entre blocos de cor intensos e sutis transições tonais, a exposição cria um ritmo visual de repetições, contrastes e variações.
Segundo Eduardo Gaudêncio, artista e diretor da Número Galeria, esse percurso amplia a percepção do espaço e guia o visitante por quase meio século de experimentações.
O diálogo entre gerações
“Trazer obras criadas na década de 1980, preservadas nos acervos dos próprios artistas, e colocá-las em diálogo com produções recentes é uma forma de enaltecer a força desse legado e mostrar como ele permanece vivo. Ao mesmo tempo, esses mesmos artistas apresentam novas produções que se misturam às pesquisas de nomes mais jovens, criando um campo de encontro em que diferentes trajetórias se cruzam. O público terá a oportunidade de perceber como essa pesquisa construtiva atravessa gerações, mantendo-se pulsante e em constante reinvenção”, destaca Gaudêncio.
Ao reunir artistas de diferentes trajetórias, “Cartografia Construtiva” propõe um percurso em que a geometria se reafirma como gesto atemporal, enquanto a cor se apresenta como elo de conexão entre gerações.
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