“Entre Linhas e Lutas” fica em cartaz no MuAfro, no Bairro do Recife, com curadoria de Oluyiá França e Teresa França, mãe e filha
Emannuel Bento
Publicado em 01/09/2025 às 15:09
| Atualizado em 01/09/2025 às 15:22
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A forma como um grupo social se veste pode revelar múltiplas expressões de identidade, valores e estéticas.
É com vestidos, saias, batas, camisas, bolsas e boinas que a memória do povo negro de Pernambuco ganha forma na exposição “Entre Linhas e Lutas: Indumentárias de Memórias em Movimento”, em cartaz no MuAfro, no Bairro do Recife.
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A iniciativa é da designer de moda e pesquisadora Oluyiá França e da artista e educadora Teresa França, mãe e filha,que dialogam em torno da arte, da educação e da militância no Movimento Negro. A produção é de Beatriz Arcoverde e a produção executiva é de Daniela Azevedo
A abertura acontece nesta quarta-feira (3), às 19h, com entrada gratuita.
Na ocasião, Oluyiá também lança o site oluyia.com.br, que reúne o resultado de sua pesquisa sobre indumentária negra em museus pernambucanos. A visitação ocorre de quarta a domingo, das 13h às 17h, até 28 de setembro.
Heranças e legados

Vestimenta do Movimento Negro Unificado, de 1981, integra a exposição ‘Entre Linhas e Lutas: Indumentárias de Memórias em Movimento’, no Muafro – OLUYIÁ FRANÇA/DIVULGAÇÃO
A mostra estabelece um diálogo entre heranças familiares e o legado do movimento negro. Entre as peças expostas está uma bata de 1981, uma das primeiras vestimentas da Ala do Movimento Negro Unificado (MNU) para o desfile do Afoxé Ilê de África, organizado pelo mestre Zumbi Bahia.
A peça foi costurada por Amélia Gomes do Nascimento, tia e mãe de criação de Teresa França. Já o desenho “À de Xangô” foi idealizado por Jorge de Morais Barbosa, pai de Oluyiá.
Núcleos temáticos
A exposição é organizada em núcleos temáticos. O primeiro deles apresenta vídeos da pesquisa de Oluyiá sobre indumentária negra em museus de Pernambuco.
“É um espaço para compreender como as memórias, as histórias e as tradições visuais se entrelaçam ao meu trabalho, costurando passado, presente e futuro”, afirma a pesquisadora.


Em seguida, o visitante é convidado a refletir sobre a dimensão política da estética negra. As peças e imagens revelam que vestir-se também é um ato de afirmação e pertencimento. A narrativa ressalta a pluralidade de expressões que compõem o “estilo da luta” e sua relação com diferentes contextos do movimento negro.
No encerramento, a mostra propõe a participação ativa do público. Cada visitante poderá deixar sua marca em um mural coletivo, escrevendo ou desenhando memórias relacionadas ao vestir.
A exposição tem incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) por meio do edital Museus e Memória Social, do Governo de Pernambuco. Já a pesquisa foi desenvolvida com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco.
SERVIÇO
Exposição: Entre Linhas e Lutas: Indumentárias de Memórias em Movimento
Quando: Nesta quarta-feira (3), às 19h, com visitação de 4 a 28 de setembro, de quarta a domingo, das 13h às 17h
Onde: MuAfro (Rua Mariz e Barros, 328, Bairro do Recife)
Quando: Entrada gratuita

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