“INHAMÃ: Vozes Ancestrais no Caminho das Águas” integra o Festival Cultural Inhamã e percorrerá três cidades da Região Metropolitana do Recife
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Mulheres afro-indígenas que transformaram dor em potência e que, com suas trajetórias de luta e criação, sustentam as bases invisíveis da nacionalidade brasileira são as protagonistas da exposição fotográfica “INHAMÃ: Vozes Ancestrais no Caminho das Águas“, com curadoria de Mariana Bernardo.
A mostra estreou no Centro de Promoção dos Direitos da Mulher Marta Almeida, localizado na Rua do Bom Jesus, no Bairro do Recife. Em seguida, seguirá para Olinda, no Ilê Axé Xangô Ayrá Igbonã (Salgadinho), de 14 a 16 de outubro, e depois para Igarassu, no Centro de Artes, de 21 a 25 de outubro. A entrada é gratuita.
Por meio da fotografia, o público terá acesso a histórias de resistência encarnadas por figuras como Avani Santana, Bárbara Regina, Salamandra, Roberta Pontes, Laudijane Domingos, Tia Biu e Mãe Beth de Oxum. O texto curatorial é assinado por Flor Ribeiro, enquanto as fotografias são de Victor Tallison.
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‘Brasil que não cabe nos mapas oficiais’
Para Laudijane Domingos, coordenadora geral do Festival Inhamã e uma das mulheres retratadas, a exposição “é a materialização de um Brasil que não cabe nos mapas oficiais, mas que pulsa no batuque, no cuidado, na fé e na luta cotidiana de nossas mulheres”. “Cada rosto exposto aqui é um espelho do país real – preto, feminino, indígena, ancestral – que insiste em florescer mesmo sob o peso da opressão”, completa.
Ela acrescenta: “Ao reunir essas histórias, mostramos que o futuro não é uma promessa distante: ele já está sendo gestado agora, pelas mãos dessas mulheres que transformam dor em potência e resistência em beleza. Essa exposição é um convite à escuta, ao reconhecimento e à construção de um amanhã onde justiça climática, memória e dignidade caminham juntas”.
O Festival INHAMÃ
O Festival INHAMÃ é um encontro pré-COP 30, co-realizado pela UBM Brasil e produzido pelo Instituto Toró, que coloca no centro do debate a igualdade de gênero, a justiça climática e o fortalecimento da cultura afro-indígena.
Com o lema “Igarassu é terra-mãe e INHAMÃ veio para contar essa história”, o festival se conecta ao debate climático global que ganhará destaque em 2025, ano da realização da COP 30 no Brasil. A iniciativa conta com o fomento da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB-Pernambuco), do Governo Federal, do Ministério da Cultura e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura.
SERVIÇO
‘INHAMÃ: Vozes Ancestrais no Caminho das Águas’
- Recife: Centro de Promoção dos Direitos da Mulher Marta Almeida – 07 a 12/10 (abertura 07/10, às 19h) – Rua do Bom Jesus, 147 – Bairro do Recife.
- Olinda: Ilê Axé Xangô Ayrá Igbonã – 14 a 16/10 – Rua Severino Pereira, 646 – Salgadinho.
- Igarassu: Centro de Artes – 21 a 25/10 – Rua São Sebastião, 1-149 – Centro.
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