Antes de seu discurso de 25 minutos, o ex-presidente Bolsonaro chorou com um vídeo contendo depoimentos dos seus três filhos mais velhos
Publicado em 21/02/2025 às 21:53
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, nesta sexta-feira (21), ter exagerado ao dizer, no dia anterior, “caguei para a prisão”. Nesta semana, ele foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito do golpe. A nova declaração, mais moderada, foi dada no encerramento de um seminário de seu partido, o PL, voltado a comunicação digital.
“Ontem (anteontem) eu exagerei aqui um pouquinho, falando que estou ‘assim’ para uma possível prisão. Mas você, às vezes, dá uns coices por aí”, declarou Bolsonaro para uma plateia cheia no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Se for condenado, o ex-presidente pode pegar mais de 43 anos de prisão
Antes de seu discurso de 25 minutos, o ex-presidente chorou com um vídeo contendo depoimentos dos seus três filhos mais velhos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
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Carlos também chorou
Único filho presente no evento do PL, Carlos também chorou ao discursar no palco. “Confesso que não sabia onde estava me metendo. (Comecei na política) Simplesmente porque amava uma pessoa (Bolsonaro), fiz uma tatuagem no meu braço com 17 anos de idade. E ele (Bolsonaro) me deu a oportunidade de ser candidato a vereador na cidade do Rio de Janeiro”, disse Carlos.
O vereador prosseguiu, em tom emocionado. “Ele (Bolsonaro)[A BOLSONARO] não precisava estar passando pelo que ele passa hoje. Atualmente, a gente dá um tiro e toma dez, mas o importante é que está fazendo parte ainda da mudança do nosso país.”
Bolsonaro defendeu ainda no evento eleger uma “superbancada” no Senado em 2026 para fazer frente a “quem extrapolar suas funções”, numa referência ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator das investigações contra ele.
Legislativo
O Senado se tornou uma prioridade da direita, uma vez que se trata da Casa responsável por julgar pedidos de impeachment de ministros do STF. Parlamentares do PL passaram a defender abertamente construir uma maioria para contra-atacar Moraes, que se tornou o desafeto número um do bolsonarismo desde os inquéritos que apuram milícias digitais, atos antidemocráticos e, mais recentemente, o 8 de Janeiro.
“No ano que vem vocês vão me dar mais de 50% na Câmara e no Senado. Nós vamos voltar”, pediu Bolsonaro ao público, para adiante voltar ao assunto. “Vamos investir ano que vem numa bancada grande no Senado. Uma bancada que não vai perseguir ninguém, mas (que será) forte para alguém que porventura queira extrapolar as suas funções.”
8 de janeiro
O ex-presidente também tentou se desvincular dos atos golpistas do dia 8 de janeiro de 2023, quando seus apoiadores invadiram e depredaram dependências dos prédios dos Três Poderes, na capital federal. Segundo Bolsonaro, o episódio não era esperado. “Me botaram no processo como tendo participado do 8 de Janeiro. Não existe sequer uma mensagem minha. Aquilo surpreendeu a todos”, declarou.
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