Milei, a quem o presidente americano Donald Trump chama de “amigo”, compartilhou o comunicado no X. “Che Cristina”, publicou, zombando
Publicado em 21/03/2025 às 21:08
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Os Estados Unidos sancionaram nesta sexta-feira (21) a ex-presidente argentina Cristina Kirchner por corrupção e a proibiram de entrar no país, ao que ela respondeu apontando que membros da junta militar da ditadura “nunca foram proibidos de entrar”.
O chefe da diplomacia americana, Marco Rubio, que pede há anos sanções para Cristina, causou comoção hoje na Argentina, com um comunicado que agradou ao presidente Javier Milei. Rubio acusa Cristina, principal nome da oposição ao presidente, e o ex-ministro do Planejamento Julio Miguel De Vido de “participação em corrupção significativa durante seu tempo na função pública”.
Como consequência, eles e seus familiares mais próximos estão proibidos de entrar em território americano, segundo a nota. Os dois “abusaram de suas posições ao orquestrarem e se beneficiarem financeiramente de múltiplos esquemas de suborno relacionados a contratos de obras públicas, resultando em milhões de dólares roubados do governo argentino”, sustenta Rubio.
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O secretário de Estado acrescenta que Cristina e De Vido minaram “a confiança do povo argentino e de quem investe no futuro” do país sul-americano.
Milei, a quem o presidente americano Donald Trump chama de “amigo”, compartilhou o comunicado no X. “Che Cristina”, publicou, zombando das habituais críticas ao governo que a ex-presidente publica e que geralmente começam com “Che Milei”.
Cristina reagiu com uma mensagem na mesma rede social. “Será por uma criptofraude? Porque, honestamente, não cometi nenhuma criptofraude nos Estados Unidos, nem em nenhum outro lugar, muito menos minha filha”, publicou, referindo-se a Milei, suspeito de participação no fracasso da criptomoeda $LIBRA.
Indiretas
Cristina também atacou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, condenado a indenizar a escritora E. Jean Carroll por abuso sexual e difamação e declarado culpado de fraude contábil pelo pagamento a uma ex-atriz pornô para esconder um caso extraconjugal, que ele nega.
“Meu filho teria abusado sexualmente de alguma jornalista ou escritora na loja mais cara de Nova York? Ou subornado alguma prostituta americana para que ela não revelasse que ele havia contratado seus serviços, porque o prejudicaria em sua campanha? Tampouco”, acrescentou a ex-presidente argentina, que acusa Milei de estar por trás das sanções.
Cristina concluiu sua mensagem com a frase: “Em 24 de março, todos a marchar, porque Videla e Massera nunca foram proibidos de entrar nos Estados Unidos.” Jorge Rafael Videla e Emilio Massera fizeram parte da primeira junta militar que governou durante a ditadura argentina.
Em 24 de março é celebrado na Argentina o Dia Nacional da Memória pela Verdade e Justiça, em homenagem às vítimas da última ditadura militar (1976-1983), que deixou 30.000 desaparecidos, segundo organizações de defesa dos direitos humanos.
Quando era senador, Marco Rubio assinou uma carta enviada por republicanos ao então presidente americano, Joe Biden, pedindo sanções contra Cristina Kirchner, a quem chegaram a chamar de “cleptocrata convicta”. “Roubou bilhões dos cofres do Estado e permitiu a atores malignos, como China e Irã, aprofundar sua influência corrupta” na Argentina, escreveram em 2023.
Decisão pendente
Cristina Kirchner lidera a principal legenda da oposição, o Partido Justicialista (PJ). Foi duas vezes presidente, entre 2007 e 2015, e vice-presidente do ex-governante Alberto Fernández entre 2019 e 2023.
Desde o fim de seu mandato em 2015, Cristina enfrentou várias ações judiciais por corrupção e chegou a ser condenada em duas instâncias a seis anos de prisão e à inabilitação política perpétua por “administração fraudulenta” na concessão de obras viárias durante o seu mandato.
Mas a ex-presidente recorreu da sentença e está à espera da decisão da Corte Suprema da Nação.
Desde a chegada de Milei ao poder em dezembro de 2023, a ex-presidente se tornou uma das opositoras mais ferrenhas do governo e os congressistas de seu bloco político se opõem sistematicamente às propostas legislativas da situação.
Em setembro de 2022, Cristina Kirchner sofreu uma tentativa de assassinato quando um homem se aproximou dela na rua e apertou o gatilho de um revólver duas vezes contra o seu rosto, mas a bala não saiu.
O caso está em fase de julgamento e se concentra em três acusados, o que tentou matá-la e outras duas pessoas acusadas de serem cúmplices.
A defesa da ex-presidente pediu que também se investigue neste processo os supostos idealizadores do atentado ou um possível apoio financeiro, pistas que atualmente fazem parte de uma ação paralela.
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