Trump chegou a declarar que EUA “podemos ter conseguido encerrar uma guerra de 3 mil anos ontem”, em referência ao plano apresentado pela Casa Branca
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 30, que Washington está preparado para endurecer sua postura caso o Hamas não aceite o plano de paz para Gaza. “Se o Hamas não concordar com acordo de paz, seremos muito duros com eles”, disse em discurso no Departamento de Guerra.
Trump chegou a declarar que os EUA “podemos ter conseguido encerrar uma guerra de 3 mil anos ontem”, em referência ao plano apresentado pela Casa Branca para paz em Gaza.
Sobre a guerra na Ucrânia, o republicano disse que conhece bem o presidente russo, Vladimir Putin, e que acredita em uma saída rápida para o conflito. “Achei que a guerra da Ucrânia será bem fácil de encerrar”, afirmou. Ele defendeu que Putin e o líder ucraniano, Volodimir Zelenski, precisam se reunir para chegar a um acordo de paz.
Trump também destacou a superioridade militar americana, em especial no campo nuclear. “Vamos melhorar nossas armas nucleares, mas não queremos usá-las nunca. Elas são muito poderosas”, disse.
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Ele lembrou que enviou um submarino nuclear após uma “ameaça recente” da Rússia. “É uma das armas mais mortais. Ele não pode ser rastreado. Mandei só por precaução. Chamo ela de ‘palavra com N’. Existem duas, e não podemos usar nenhuma das duas.” Segundo ele, o submarino “está apenas à espreita” e está “certo de que não teremos que usá-lo”.
O presidente americano acrescentou ainda que os EUA estão “25 anos à frente da Rússia e da China em submarinos”.
Hamas avalia plano de paz de Trump e Netanyahu
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou uma proposta de paz para a Faixa de Gaza ao lado do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca. O plano impõe um ultimato ao Hamas. Caso o grupo se recuse a aceitar os termos da proposta, Israel “concluirá o trabalho” na Faixa de Gaza, segundo Netanyahu.
Uma fonte do Hamas disse hoje que o grupo precisa de “vários dias” para fazer consultas internas e dar uma resposta. O plano prevê a criação de um conselho administrativo temporário, liderado por Trump e que incluiria o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair no território palestino.
A proposta não exigiria que os palestinos deixassem Gaza se não quisessem e prevê o fim imediato da guerra se ambos os lados aceitarem. Além disso, também prevê a reconstrução de Gaza, a libertação dos reféns, a entrada de ajuda humanitária supervisionada pelas Nações Unidas e anistia para membros do Hamas que depuserem as armas.
No entanto, o papel da Autoridade Nacional Palestina, que administra a Cisjordânia e é adversária do Hamas, está vago no plano de Trump.
Em entrevista à Rádio Eldorado, o professor de Relações Internacionais da ESPM São Paulo, Roberto Uebel disse que o plano precisa ser recebido com cautela. “É um projeto de acordo muito robusto, mas é preciso ser cético porque já tivemos esforços anteriores que não lograram sucesso”, afirmou.
Ele também avaliou que pode haver resistência à participação de Tony Blair na gestão de Gaza por causa de um passado em que nações árabes estiveram sob domínio britânico e francês. “A crítica é legítima porque remonta às cicatrizes do colonialismo”, avaliou


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