Estagiário que vendeu suplemento proibido é condenado após morte de jovem atleta no Recife

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Estagiário que vendeu suplemento proibido é condenado após morte de jovem atleta no Recife



JUSTIÇA
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Notícia

O produto, não autorizado pela Anvisa, continha substância DMAA, proibida no Brasil por risco à saúde cardiovascular

A Justiça de Pernambuco condenou um estagiário de educação física a pagar R$ 75 mil de indenização por danos morais à família de um jovem atleta que morreu em 2011 após consumir o suplemento proibido “Jack 3D”.

O produto, que contém DMAA (dimetilamilamina), era vendido irregularmente por R$ 160 pelo estagiário na academia onde atuava, no bairro de Boa Viagem, Recife.

A decisão é da 1ª Vara Cível da Capital – Seção A, assinada pelo juiz Marcos Antonio Tenório e publicada no dia 5 de junho de 2025.

O caso ocorreu em 2011, quando o jovem Wilson Sampaio Júnior, de 18 anos, comprou o suplemento com a promessa de melhorar o desempenho físico. Pouco tempo depois, começou a apresentar sintomas como dores de cabeça, insônia e amnésia.

Ele morreu no dia 4 de maio daquele ano, data em que completaria 18 anos. A causa da morte foi registrada como “indeterminada”, mas testemunhas relataram que o jovem fazia uso do “Jack 3D”, inclusive combinado com outro produto, o “M-Drol”.



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