Escritório ligado a Donald Trump acusa editora Penguin de discriminação

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Escritório ligado a Donald Trump acusa editora Penguin de discriminação


O escritório de advocacia America First Legal, AFL, que tem ligações com o governo de Donald Trump, entrou com uma acusação contra a editora Penguin Random House, uma das maiores dos Estados Unidos, afirmando que a empresa promove discriminação baseada em sexo e raça.

A AFL é uma empresa de linha conservadora fundada há cinco anos por Stephen Miller, atual assessor da Casa Branca.

A denúncia acontece depois da ordem executiva que Trump emitiu em janeiro do ano passado dedicada a “encerrar a discriminação ilegal”, encorajando o setor privado a abandonar programas de promoção de igualdade e restaurar políticas baseadas no mérito.

A queixa, protocolada na Comissão de Igualdade de Oportunidades no Emprego, a EEOC, demanda a investigação da editora por suposta “discriminação baseada em raça e sexo em suas práticas de contratação, promoção e desenvolvimento da força de trabalho”, como apurou o veículo especializado Publishers Weekly.

A Penguin Random House negou irregularidades. Em nota, a empresa afirma manter uma política rígida de não discriminação. “Temos orgulho de nossa talentosa equipe de profissionais e estamos confiantes de que nossas práticas de contratação estão em conformidade com todas as leis aplicáveis.”

Segundo a AFL, “apesar de afirmar apoiar a igualdade de oportunidades”, a editora publica dados demográficos de seu quadro de funcionários comparando a presença de pessoas brancas e pessoas negras, além de estabelecer metas de contratação com foco racial.

A acusação classifica as ações como práticas de contratação baseadas em critérios raciais e proibidas pela legislação federal.

A Penguin é o alvo mais recente da AFL, que já moveu mais de cem ações contra empresas como Disney, Nike e Mattel por práticas tidas como “woke” e suposta discriminação contra homens brancos.

Essa não é a primeira vez que a editora é alvo do presidente americano. Em 2024, Trump entrou com uma ação judicial contra a empresa por causa da publicação de “Lucky Loser: How Donald Trump Squandered His Father’s Fortune and Created the Illusion of Success”, ou perdedor sortudo, como Donald Trump desperdiçou a fortuna do pai e criou a ilusão de sucesso.



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