Erva aromática melhora memória, a ansiedade e demonstra proteção contra Alzheimer

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Erva aromática melhora memória, a ansiedade e demonstra proteção contra Alzheimer


O alecrim (Rosmarinus officinalis), além de realçar sabores na cozinha, pode ser um verdadeiro aliado da saúde cerebral. Pesquisas recentes mostram que essa erva mediterrânea contém compostos bioativos que estimulam a circulação sanguínea no cérebro, reduzem inflamações e protegem as células nervosas do estresse oxidativo — processos intimamente ligados à prevenção do declínio cognitivo.

Segundo estudos, o alecrim pode melhorar o foco, a clareza mental e até a qualidade do sono. Seu aroma, por exemplo, demonstrou benefícios diretos na memória em testes com humanos. Um de seus compostos mais promissores é o 1,8-cineol, capaz de proteger a acetilcolina, substância essencial para o aprendizado e a retenção de informações.

Mais recentemente, cientistas desenvolveram uma versão sintética de outro componente do alecrim, o ácido carnósico. O novo composto, chamado diAcCA, demonstrou, em testes com animais, a capacidade de reduzir proteínas associadas ao Alzheimer e aumentar as conexões entre neurônios, sem apresentar toxicidade. Ele também pode ajudar no tratamento de outras doenças inflamatórias, como diabetes tipo 2, Parkinson e problemas cardiovasculares.

Mas os benefícios do alecrim não param por aí. A planta também tem propriedades digestivas, anti-inflamatórias e antimicrobianas. Compostos como o ácido rosmarínico e o ácido ursólico ajudam a aliviar problemas intestinais, proteger a pele contra o envelhecimento precoce e combater microrganismos nocivos.

Alecrim pode melhorar o foco, a clareza mental e até fornecer proteção contra o declínio cognitivo – iStock/ fcafotodigital

Riscos e contraindicações

Para a maioria das pessoas, o alecrim é  seguro quando usado  em alimentos, chás ou aromaterapia. Mas doses concentradas ou extratos podem apresentar riscos.  O consumo de grandes quantidades  pode causar vômitos ou, em casos raros, convulsões – principalmente em pessoas com epilepsia.

Há também um  risco teórico  de o alecrim estimular as contrações uterinas, portanto, gestantes devem evitar altas doses. Como o alecrim  pode interagir com alguns medicamentos  – como anticoagulantes – é melhor consultar um profissional de saúde antes de tomar grandes quantidades na forma de suplemento.

 





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