A deputada federal Erika Hilton (PSOL), líder da bancada do PSOL-Rede na Câmara e uma das lideranças mais ativas da esquerda no Congresso Nacional, cumpriu uma série de agendas no Recife nesta terça-feira (3) ao lado de candidatas do partido aos cargos de prefeita e vereadora.
A principal atividade da parlamentar na cidade foi uma ato realizado na Praça da Várzea, na Zona Oeste da capital, voltado para mulheres. O evento fez parte da campanha de uma candidata a vereadora e deixou a praça lotada de militantes.
No palco, Erika criticou o fato de a Câmara Municipal do Recife ter somente uma mulher negra em sua composição na legislatura atual.
“É sobre mobilizar uma nação em prol da reconstrução daquilo que para nós é essencial, a democracia, a cidadania, os direitos humanos, a equidade e a perspectiva de futuro. E não haverá democracia enquanto o Brasil seguir sendo o primeiro país do mundo que mais mata pessoas LGBTQIA+, enquanto a cada 23 minutos um jovem negro for assassinado no país, enquanto a Câmara dos Vereadores dos municípios não tiverem equidade. Aqui no Recife, eu soube que só temos uma mulher negra [na Câmara], em um país majoritariamente construído pela história, pelo sangue e pela dor de mulheres negras. Nós ocuparemos todos os espaços.
A candidata à prefeitura do Recife Dani Portela (PSOL), que participou da sabatina na Rádio Jornal nesta terça-feira (3), também estava presente no ato, assim como a ex-codeputada Robeyoncé Lima.
Mais cedo, Erika Hilton teve um encontro com a candidata à prefeita de Caruaru, Michelle Santos (PSOL), que esteve no Recife para prestigiar a parlamentar. “É uma honra ter o apoio de uma liderança nacional tão importante, potente e necessária para a nossa luta”, disse Michelle.
Erika afirmou que a candidata poderá transformar a política caruaruense. “Nós precisamos ocupar todo esse país. Precisamos ocupar Recife e Caruaru, levando inovação, transformação, novidade”, disse a parlamentar paulista.
Ainda no Recife, Erika Hilton também concedeu uma entrevista ao podcast “Afoitas”.
“Eu nunca achei que chegaria à política institucional. Eu achava que minha luta e meu ativismo eram dos movimentos sociais, das bases. Sempre achei a política um lugar careta, escroto e chato e sigo achando isso, mas tive maturidade”, contou a deputada na conversa.
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