Eleição será no dia 13 de abril entre o presidente Daniel Noboa, o mais votado no primeiro turno, em fevereiro, e a esquerdista Luisa González
Publicado em 23/03/2025 às 15:56
| Atualizado em 23/03/2025 às 16:03
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Sem trégua da violência do narcotráfico, o Equador iniciou, neste domingo (23), a campanha para o segundo turno das eleições presidenciais em 13 de abril, entre o presidente Daniel Noboa, o mais votado no primeiro turno, em fevereiro, e a esquerdista Luisa González.
Noboa, um empresário de 37 anos, autoproclamado de centro esquerda, teve uma vantagem de apenas 16.746 votos sobre González, advogada de 47 anos, afilhada política do ex-presidente socialista Rafael Correa (2007-2017).
Ambos, que na noite de domingo vão participar do debate obrigatório do Conselho Eleitoral para o segundo turno, tiveram 88,17% dos quase 10,3 milhões de votos válidos, que se distribuíram entre 16 candidatos, algo sem precedentes na história do país.
No sábado, o presidente denunciou que um membro de seu partido, Ação Democrática Nacional (ADN), foi morto em Canuto (sudoeste), uma pequena cidade costeira de onde González é originária.
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Mais de 30 políticos, autoridades judiciais e jornalistas foram mortos desde 2023 no Equador, inclusive o presidenciável Fernando Villavicencio (centro), baleado ao sair de um comício em Quito antes do primeiro turno das eleições antecipadas daquele ano, nas quais Noboa foi eleito para um mandato de 18 meses.
Disputa cabeça a cabeça
O segundo turno se antecipa muito disputado, em meio à violência de organizações locais com vínculos com cartéis internacionais, como os mexicanos Sinaloa e Jalisco Nova Geração.
“O Equador vive um panorama muito complexo. O país está tomado pela violência destas quadrilhas que vêm do narcotráfico e do crime organizado internacional”, disse à AFP o analista Leonardo Laso.
Ele acrescentou que “a campanha é complexa, difícil. Os votos estão ocupados, na grande maioria (por Noboa e González), e a disputa pelo que resta vai ser muito dura”.
“Vai ser uma briga voto a voto”, expressou Laso a três semanas da eleição que vai definir quem vai governar o Equador, que também enfrenta uma crise econômica, pelos próximos quatro anos.
No primeiro turno, o líder indígena de esquerda Leonidas Iza ficou em terceiro lugar, com 5,25% dos votos, e a ambientalista anti-correísta Andrea González Nader ficou em quarto, com 2,69%.
Estes votos “em grande medida são os que vão definir a eleição”, assinalou Laso.
A maior organização de povos originários do país, Conaie, liderada por Iza, e outras organizações de esquerda resolveram apoiar Luisa González.
Sem favorito
Laso, ex-ministro da Comunicação, afirmou que “não há favorito” para o segundo turno, ao qual estão convocados a votar 13,7 milhões de eleitores. Em fevereiro, foi registrado quase um milhão de votos brancos e nulos, enquanto cerca de 2,5 milhões de pessoas se abstiveram de votar.
Ele acrescentou que pesquisas recentes “mostram um empate apertado”.
Noboa trava desde 2024 uma guerra com grupos narco, cuja disputa pelo poder levou a taxa de homicídios a subir de 6 por 100.000 habitantes em 2018 para o recorde de 47/100.000 em 2023.
Embora o governo, que declarou o país em conflito armado interno e mantém as Forças Armadas nas ruas para combater o crime, tenha conseguido baixar esta taxa para 38/100.000 no ano passado, este ano começou como um dos mais violentos, aterrorizando ainda mais a população.
Eleitoralmente “esse aumento da violência pode pesar dos dois lados”, explicou o analista Laso.






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