Equador entra em campanha eleitoral em meio à violência do narcotráfico e disputas

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Equador entra em campanha eleitoral em meio à violência do narcotráfico e disputas


Com 16 candidatos presidenciais, incluindo Luisa González e o líder indígena Leônidas Iza, campanha será realizada até 6 de fevereiro


Publicado em 05/01/2025 às 17:06



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A campanha para as eleições gerais de fevereiro no Equador começou neste domingo (5) em meio a uma guerra contra organizações do tráfico de drogas e disputas de poder lideradas pelo presidente Daniel Noboa, o favorito para a reeleição.

Com 16 candidatos presidenciais, incluindo a esquerdista Luisa González, que disputou a eleição antecipada de 2023 com Noboa, e o líder indígena Leônidas Iza, a campanha será realizada até a meia-noite de 6 de fevereiro, três dias antes das eleições.

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) conclamou os candidatos a realizarem uma campanha “de tolerância e respeito mútuo que promova o debate racional, uma cultura de paz e a coexistência democrática”.

Apesar do desgaste político causado por fatores como a violência do narcotráfico que mantém a população com medo e uma seca severa que resultou em apagões por até três meses consecutivos e até 14 horas por dia, Noboa continua liderando as intenções de voto com 33%.

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González, advogada de 47 anos e partidária do ex-mandatário socialista Rafael Correa (2007-2017), que lidera a principal força de oposição, está logo atrás, com 29%, de acordo com uma pesquisa realizada no final de dezembro pela empresa Comunicaliza.

Neste domingo “damos um novo passo juntos no caminho para #RevivirEcuador. Um país unido, corajoso e cheio de esperança está prestes a renascer”, disse González na rede social X, antes de lançar sua campanha em Quito e no porto de Guayaquil, uma das principais cidades atingidas pelo crime e para a qual Noboa tem mantido as Forças Armadas nas ruas desde o ano passado. 

O movimento pró-governo ADN realizará uma caravana em Guayaquil, embora não se saiba se Noboa, que está em uma disputa com sua vice-presidente Verónica Abad, participará.

O governo acusa Abad de desacato ao tribunal por não ter assumido a função de conselheira na embaixada na Turquia, caindo em uma suposta ausência temporária do cargo.

No sábado, Noboa nomeou Cynthia Gellibert, secretária (ministra) da Administração Pública, como vice-presidente interina até 22 de janeiro.

Mas Abad lançou um desafio. “Assumirei a presidência (…) por mandato expresso na lei”, disse ela na rede X.

“Devo atender a esta responsabilidade enquanto o presidente Daniel Noboa participa como candidato presidencial na campanha eleitoral, cuja candidatura é firme e não pode ser renunciada”, acrescentou.

De acordo com o governo, o presidente não é obrigado a tirar licença de campanha porque não se trata de uma reeleição, já que ele venceu as eleições antecipadas em 2023 para completar o mandato do ex-governador Guillermo Lasso.

Em terceiro lugar, com quase 3%, está Iza, presidente da maior organização indígena do Equador, que participou das revoltas que derrubaram três líderes equatorianos entre 1997 e 2005. Com cerca de 1%, os demais candidatos vêm em seguida, incluindo a ambientalista Andrea González.

Em meio à violência do narcotráfico, o candidato presidencial de esquerda Pedro Granja relatou ameaças contra sua vida há dois meses.

Mais de 30 políticos foram assassinados no Equador desde 2023, incluindo o candidato presidencial Fernando Villavicencio (centro), que foi baleado ao sair de um comício em Quito na véspera do primeiro turno daquele ano.





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