LICITAÇÕES
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Um dos contratos mais altos destinou cerca de R$ 314 mil para a compra de garrafas térmicas e estojos na Secretaria de Educação do Estado
Laís Nascimento
Publicado em 29/05/2025 às 11:39
| Atualizado em 29/05/2025 às 12:02
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O Governo de Pernambuco tem contratos de mais de R$ 331 mil, só em 2025, com uma empresa que está sendo investigada por irregularidades pelo Ministério Público Federal (MPF). Nos últimos três anos, o valor das licitações é superior a R$ 5,5 milhões.
O JC trouxe, na última quarta-feira (28), a informação de que a companhia também tem licitações com a Prefeitura do Recife. Nos últimos quatro anos, foram mais de R$ 20 milhões em contratos com a gestão municipal, que alegou que a firma apresentou documentos comprovando a aptidão para participar dos certames.
De acordo com o MPF, a MN Plásticos & TNT foi criada por dois empresários como empresa de fachada para contornar uma proibição judicial e continuar participando de licitações públicas no estado.
A empresa é responsável por fornecer, entre outras coisas, lonas plásticas para cobertura de áreas de risco nos morros.
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Um dos contratos mais altos destinou cerca de R$ 314 mil para a compra de garrafas térmicas e estojos na Secretaria de Educação do Estado. Os kits de material escolar e de apoio seriam para professores no Programa Juntos pela Educação.
A MN Plásticos & TNT também firmou contrato com o governo para fornecer utensílios de expediente para o gabinete da governadora. O contrato teve vigência de dois meses, entre agosto e outubro de 2024, e valor de R$ 2.200.
Investigação
A petição apresentada pelo Ministério Público Federal à Justiça pontua que a MN Plásticos & TNT foi criada pelo empresário Antônio Manoel de Andrade Neto para servir de fachada para o tio, Antônio Manoel de Andrade Júnior.
O empresário Antônio Manoel está proibido, por ordem judicial, de fechar contratos com o poder público desde dezembro de 2017, em decorrência da Operação Torrentes, da Polícia Federal, que investigou desvios na gestão do PSB em Pernambuco.
Na época, a operação apurou desvios em contratos de fornecimento de produtos e serviços em auxílio às vítimas das enchentes de 2010 e 2017, como colchões, cobertores e água mineral.
De acordo com os registros da Receita Federal, a MN Plásticos & TNT foi criada em junho de 2018, seis meses após a decisão da Justiça contra Antônio Júnior.
“O modus operandi de Antônio Júnior para descumprir a ordem legal deu-se de modo semelhante ao utilizado por esse para cometimento dos crimes desvendados na Operação Torrentes: constituir empresas de fachada em nome de seus familiares com o objetivo de enriquecer ilicitamente”, destaca a representação, apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

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