Educação Financeira chega às salas de aula com apoio de plataforma digital em escola do Recife

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Educação Financeira chega às salas de aula com apoio de plataforma digital em escola do Recife


EDUCAÇÃO FINANCEIRA
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Com o apoio de uma plataforma digital interativa, os estudantes vivenciam situações do cotidiano financeiro com uma linguagem lúdica e educativa



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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece que a Educação Financeira deve ser abordada de forma transversal, integrando disciplinas como Matemática, História, Geografia, Ciências e Língua Portuguesa.

A partir dessa diretriz, e com o apoio da tecnologia educacional como aliada, escolas em diversas regiões do país têm desenvolvido atividades que estimulam a tomada de decisões conscientes relacionadas ao consumo, à poupança e ao planejamento financeiro.

Recentemente a Educação Financeira foi incorporada à grade curricular do Ensino Fundamental, em uma escola da rede particular do Recife. 

 

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Com o apoio de uma plataforma digital interativa, os estudantes vivenciam situações do cotidiano financeiro com uma linguagem lúdica para facilitar o entendimento dentro do universo financeiro. Cada aluno cria um avatar e simula uma vida adulta: recebe salário, paga contas, faz compras, frequenta o banco e toma decisões que envolvem planejamento e consumo consciente.

“É uma disciplina que combina tecnologia com aprendizado prático. Os alunos estão muito engajados, aprendendo a administrar o salário que recebem virtualmente. Todos começam como estagiários e precisam fazer cursos para progredir na carreira. Isso estimula responsabilidade e visão de futuro”, explica a professora Graciette Castelo Branco, do Colégio Santa Maria.

Feira de Livros

Além das atividades virtuais, o conteúdo ganha aplicação concreta com iniciativas como a feira de livros da escola. Durante o mês de abril, os títulos são vendidos usando cédulas de brinquedo, reforçando o contato com o dinheiro físico e ampliando o repertório dos alunos.

“Foi surpreendente perceber que muitos estudantes não conheciam as notas em espécie, nem os personagens e animais retratados nelas. A atividade despertou curiosidade e interesse”, comenta Graciette.

A disciplina é oferecida do 1º ao 6º ano e, segundo a professora do Colégio Santa Maria, já apresenta reflexos positivos. Muitos alunos têm levado os aprendizados para casa, refletindo sobre consumo e incentivando conversas sobre controle de gastos em família.

“Alguns pais relataram mudanças de comportamento em casa. Os filhos passaram a questionar o uso do cartão de crédito e sugeriram formas de economizar em despesas variáveis”, conclui a professora.




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