Aporte de recursos emergenciais e acordo para a concessão à iniciativa privada depois da estadualização, podem fazer renascer o Metrô do Recife
JC
Publicado em 17/12/2025 às 0:00
| Atualizado em 17/12/2025 às 7:07
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Em anúncio aguardado desde os estudos realizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) há três anos, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, ao lado da governadora Raquel Lyra, do presidente Lula e de integrantes da bancada federal pernambucana, confirmou a próxima estação do degradado Metrô do Recife. Vem por aí a estadualização, para que o governo de Pernambuco assuma a gestão do sistema, antes da consumação da concessão à iniciativa privada. A partir do contrato assinado, o Metrô que serve à Região Metropolitana irá receber R$ 4 bilhões em investimentos num período de cinco anos.
Cumpre reconhecer a persistência da governadora Raquel Lyra, para tornar realidade não apenas a sobrevivência do Metrô, mas sua melhoria para atender à população pernambucana como o modal mais adequado ao transporte coletivo. O sucateamento que vem de mais de uma década contou com a omissão de governos estaduais anteriores, além de governos federais que fecharam os olhos para o problema, mesmo sendo federal a responsabilidade por sua decadência. É quase uma conquista diplomática da atual equipe no Palácio do Campo das Princesas, a oficialização do trajeto institucional que o Metrô do Recife tomará a partir do ano que vem.
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No horizonte do modal metroviário, os atuais 160 mil passageiros por dia podem voltar a patamar de 300 mil em poucos anos. E se retomar o planejamento de investimentos capazes de recuperar o que existe disponível, modernizar os equipamentos, dando conforto e segurança aos usuários – e mais: projetando a sua expansão para outros pontos da Região Metropolitana, e da própria capital. Pois se trata do tipo de transporte mais alinhado às demandas da população, ao contrário da fábrica de acidentados proporcionada pelos aplicativos de motos que levam gente a se arriscar na garupa.
Para começar, R$ 150 milhões serão destinados, em 2026, à restauração de estações e da rede aérea, uma das maiores fontes de quebras. Onze trens em condições melhores do que os atuais serão adquiridos, para renovar a qualidade do serviço prestado. Como afirmou o próprio Rui Costa, hoje o Metrô do Recife custa caro e presta um péssimo serviço à população metropolitana. Citando os exemplos de Belo Horizonte e Salvador, o ministro apontou a rota da parceria público-privada como a preferencial, também, para os pernambucanos. A previsão do governo federal é fazer o leilão de concessão ainda no ano que vem, o no início de 2027.
“Foram muitas reuniões com o ministro Rui Costa, com o BNDES. E a nossa preocupação sempre foi ter um aporte federal muito forte, porque o governo do estado de Pernambuco só tem possibilidade de buscar operação de crédito da ordem de R$ 2 bilhões por ano, devido ao equilíbrio fiscal”, contou a governadora Raquel Lyra. Com a decisão tomada e os governos federal e estadual juntos na mesma direção, a expectativa é que o Metrô do Recife, enfim, resgate a relevância que merece.

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