Agência Estatal de Meteorologia da Espanha (Aemet) ativou o alerta, após um novo episódio que já provocou fortes tempestades na Andaluzia
Publicado em 13/11/2024 às 22:04
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Duas semanas após as devastadoras inundações que deixaram mais de 200 mortos na região, a Agência Estatal de Meteorologia da Espanha (Aemet) ativou o alerta vermelho no litoral de Valência devido ao alto risco de chuvas intensas, após um novo episódio que já provocou fortes tempestades na Andaluzia.
“O perigo é extremo. Evite deslocamentos. Podem ocorrer transbordamentos de rios e inundações”, informou a Aemet na rede social X.
Nas próximas horas, “podem ser acumulados mais de 180 l/m²”, indicou a agência ao elevar o nível de alerta ao cair da tarde. O alerta permanecerá ativo na região entre as 21h locais desta quarta-feira (17h de Brasília) e as 11h59 (7h59 de Brasília) de quinta-feira.
Pouco depois, o governo de Valência — muito criticado pela gestão da emergência que resultou nas graves enchentes de 29 de outubro — ordenou a suspensão de atividades escolares, esportivas e de circulação de veículos particulares em mais de cem municípios da região, incluindo a capital, Valência.
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As restrições se estenderão da noite de quarta-feira “até as 23h59” de quinta, indicou o presidente regional, Carlos Mazón, em sua conta no X, “para garantir a segurança das pessoas”.
Muitas das cidades devastadas pelo primeiro temporal, que deixou um total de 223 mortos, estão novamente em alerta vermelho e preocupadas com o estado de seus sistemas de esgoto, muitas vezes entupidos por lama seca e entulhos ainda não removidos.
As condições meteorológicas também obrigaram a interrupção do serviço de trem entre Barcelona e Valência, assim como o adiamento até ao menos meio-dia da reativação da linha de alta velocidade que liga a terceira cidade da Espanha com Madri, que tinha previsão de retorno para esta quinta.
A aguardada sessão de Mazón no Parlamento Valenciano, onde ele daria explicações sobre a polêmica gestão da primeira emergência, também foi adiada para sexta-feira.
Málaga “paralisada”
Esta nova Dana (depressão isolada em níveis altos) começou nesta quarta-feira, colocando em alerta vários pontos do Mediterrâneo espanhol.
A cidade de Málaga, no sul da Espanha, parece até o momento ser a mais afetada, com a evacuação de mais de 4.200 pessoas principalmente de residências próximas aos rios, a suspensão do transporte urbano e de grande parte do serviço ferroviário.
“Hoje Málaga está paralisada”, disse aos jornalistas o presidente regional da Andaluzia, Juan Manuel Moreno. “Sei que é um problema para os cidadãos não poder levar os filhos às aulas” ou trabalhar, mas depois do que se viu em Valência deve-se “prevenir” e “minimizar o impacto em termos de perda de vidas humanas”, acrescentou.
A tempestade levou ao adiamento para quinta-feira da eliminatória entre Espanha e Polônia da Taça Billie Jean King de Tênis Feminino, que seria disputada na tarde desta quarta-feira em Málaga.
Imagens da mídia local mostravam ruas desertas inundadas, e os serviços de emergência da Andaluzia contabilizaram mais de 700 incidentes apenas em Málaga, segundo o governo regional.
“Desde a noite passada, já estávamos mais do que avisados”, disse à AFPTV Ida María Ledesma, uma educadora social de 39 anos residente no distrito de Campanillas, em Málaga. “A mobilização foi muito boa. Acho que as medidas não foram exageradas de forma alguma”, comentou.
O governo andaluz decidiu estender até ao menos quinta-feira a suspensão das aulas em Málaga, onde o alerta vermelho continuará ativo até pelo menos 8h, e em outros municípios desta extensa região do sul do país.
Na área sul da Catalunha, no nordeste, também em alerta vermelho durante parte do dia, o nível de alerta foi reduzido para laranja ao final da tarde.
“Nada a perder”
Uma Dana é uma massa de ar que emerge de uma corrente muito fria e desce sobre outra de ar quente, produzindo grandes perturbações atmosféricas acompanhadas de precipitações muito intensas.
Um fenômeno assim desencadeou o episódio de 29 de outubro, quando chuvas violentas causaram uma enxurrada que devastou várias localidades da província de Valência, onde, nesta quarta-feira, alguns moradores achavam que não era mais possível perder nada.
“Já perdemos os carros, já perdemos a maior parte da casa e também não temos os empregos. Então, não há nada a perder agora”, explicou Carlos Moltó, morador do município de Picanya, à televisão regional valenciana A Punt.
As novas chuvas também afetaram a busca pelos 17 desaparecidos, concentrada principalmente em barrancos e foz de rios.
“Após esse episódio meteorológico, as marés serão novamente avaliadas para determinar as áreas de busca”, explicou à imprensa Rosa Tourís, porta-voz do comitê de emergência de Valência.





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