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Fluência no idioma pode aumentar em até 90% o salário de um profissional, além de favorecer a contratação por companhias estrangeiras
JC
Publicado em 27/05/2025 às 12:06
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Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Em um mercado de trabalho cada vez mais conectado, o domínio da língua inglesa tornou-se uma exigência frequente entre as empresas, deixando de ser apenas um diferencial no currículo.
O Guia Salarial 2025 do Mercado de Trabalho Brasileiro aponta o inglês como uma das quatro competências mais requisitadas pelos recrutadores, refletindo a importância crescente dessa habilidade em diversos setores profissionais.
Dados divulgados pela agência de recrutamento Catho demonstram os impactos concretos do inglês na valorização profissional. Um levantamento realizado em 2023 indicou que o domínio de um segundo idioma pode representar um aumento de até 83% no salário de um trabalhador.
Já uma pesquisa anterior, de 2022, revelou que estagiários e trainees com inglês fluente chegam a receber mais que o dobro em comparação aos colegas com conhecimento básico.
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Entre profissionais com diploma universitário, o acréscimo pode chegar a 65%, e no caso de diretores, 90%.
Barreiras diminuem, exigências aumentam
Com o avanço do trabalho remoto e a redução das fronteiras físicas nas relações profissionais, cresce o número de brasileiros contratados por empresas estrangeiras.
Essa tendência, no entanto, esbarra em um obstáculo: a baixa proficiência em inglês no país.
Segundo um estudo do British Council em parceria com o Instituto Data Popular, apenas 5% da população brasileira tem fluência no idioma.
No ranking mundial de proficiência em inglês, o Brasil ocupa a 70ª posição, atrás de países latino-americanos como Argentina, Bolívia e Chile.
O dado revela um descompasso entre a crescente demanda por profissionais bilíngues e a baixa oferta disponível no mercado.
Oportunidade para quem começa tarde
Apesar do cenário desafiador, aprender inglês na vida adulta é plenamente possível. Flávia Adolfo, professora de inglês da ABA English Education — escola e centro binacional Brasil-Estados Unidos —, destaca que os alunos adultos geralmente superam rapidamente a insegurança inicial e conseguem associar o aprendizado à sua realidade.
“Adultos iniciantes ou que não tiveram uma experiência positiva com ensino de inglês podem até chegar um pouco apreensivos, mas não demoram a perceber que o aprendizado flui. A abordagem comunicativa permite que eles consigam associar a prática em sala ao seu dia a dia e adquirir cada vez mais confiança para utilizar o idioma em diferentes contextos, inclusive o profissional”, afirma.
A rotina de aprendizado pode ser adaptada à vida adulta, com opções de cursos presenciais e remotos, o que facilita a conciliação com trabalho e outras responsabilidades. “Já tivemos alunos que conquistaram vagas internacionais. Eles não só ganham confiança, mas também se destacam pela clareza na comunicação”, completa Flávia.
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