Mais de 30% das mortes de mulheres no Brasil estão ligadas a doenças cardiovasculares, reforçando a urgência de prevenção e diagnóstico precoce
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As doenças cardiovasculares continuam sendo a maior ameaça à saúde feminina. No Brasil, mais de 30% das mortes de mulheres estão relacionadas a problemas do coração, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Globalmente, são 8,6 milhões de óbitos por ano entre o público feminino.
Riscos muitas vezes ignorados
Apesar da gravidade dos números, o risco cardiovascular feminino ainda é pouco reconhecido, tanto nas consultas médicas quanto no cuidado diário.
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“Existe a falsa impressão de que doenças do coração afetam mais os homens. As mulheres também morrem por doenças cardíacas, pois muitas vezes são diagnosticadas tardiamente ou os sintomas não são valorizados”, afirma a cardiologista Egle Costa Oppi, gerente executiva médica da Biolab.
Além dos fatores de risco tradicionais, como hipertensão e colesterol elevado, as mulheres apresentam condições específicas que precisam de mais atenção, como diabetes na gestação, partos prematuros e abortos recorrentes. O uso de certos anticoncepcionais também pode elevar a pressão arterial.
Diretrizes recentes reforçam atenção ao público feminino
As novas diretrizes europeias de 2024 trouxeram orientações específicas para mulheres, incluindo limites mais rigorosos para a pressão arterial e cuidados com o uso de contraceptivos hormonais combinados.
“Nesses casos, a recomendação é optar por métodos contraceptivos que tenham somente progesterona”, explica a especialista.
Durante a gestação, o monitoramento deve ser redobrado. O tratamento com medicamentos é indicado quando a pressão chega a 14 por 9 ou mais. Situações graves, com pressão igual ou acima de 17 por 11, precisam de atendimento médico imediato.
O risco também aumenta após o parto. “Entre 20% e 30% das mulheres que tiveram hipertensão na gravidez voltam a apresentar a condição em gestações futuras”, destaca a cardiologista.
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Prevenção começa com hábitos saudáveis
Mudanças de estilo de vida são ferramentas fundamentais para reduzir riscos. Entre as recomendações estão:
- Manter IMC entre 20 e 25;
- Manter a cintura abaixo de 80 cm;
- Limitar o consumo de álcool;
- Aumentar a ingestão de potássio (banana, espinafre, abacate), reduzindo o sal comum.
“A prevenção começa com informação. É fundamental aferir a pressão regularmente, controlar colesterol e glicose, praticar atividades físicas e adotar hábitos mais saudáveis. Muitas doenças do coração podem ser evitadas com pequenas mudanças”, reforça Egle Costa Oppi.

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