Discurso de Billie Eilish no Grammy desperta críticas do senador americano Ted Cruz

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Discurso de Billie Eilish no Grammy desperta críticas do senador americano Ted Cruz


O senador republicano Ted Cruz desviou o foco de uma audiência do Senado dos Estados Unidos sobre possíveis efeitos de monopólio da proposta de aquisição da Warner Bros. pela Netflix para criticar o posicionamento político de artistas e executivos de Hollywood.

Durante a sessão, Cruz questionou o CEO da Netflix, Ted Sarandos, e o diretor de receitas da Warner Bros. Discovery, Bruce Campbell, sobre um discurso feito pela cantora Billie Eilish na cerimônia do Grammy no último domingo (1).

Sem citar diretamente o nome da artista, Cruz mencionou a fala em que Eilish afirmou que “ninguém é ilegal enquanto estivermos em terra roubada“, interpretando-a como um sinal de que o setor do entretenimento considera os Estados Unidos um país ilegítimo. A cantora fazia críticas à ICE e menção à fundação do país em terras tomadas dos povos indígenas.

O senador perguntou aos executivos se eles acreditavam estar sentados em uma “terra roubada”, ao que Sarandos respondeu não conhecer a história do local, reação classificada por Cruz como reveladora.

“É muito revelador que nenhum de vocês esteja disposto a dizer ‘de jeito nenhum, não estamos em terras roubadas'” disse o senador. “Quando um artista diz ‘ninguém é ilegal enquanto estivermos em terras roubadas’ e você vê artistas se levantando tão animados com a ideia de que a América é fundamentalmente ilegítima, isso começa a transmitir a mensagem de que o mundo do entretenimento é profundamente corrupto.”

Cruz também acusou a Netflix de ter uma orientação política de esquerda, citando doações do cofundador Reed Hastings a causas democratas e acordos da empresa com o ex-presidente Barack Obama. Outros republicanos presentes reforçaram críticas semelhantes. O senador Eric Schmitt, por exemplo, afirmou que as companhias promovem agendas de diversidade, equidade e inclusão, classificadas por ele como “woke”.



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