Com cerca de 2,4 milhões de diagnósticos no Brasil, data chama atenção para o crescimento dos casos e a luta por uma sociedade mais acolhedora
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Nesta quarta-feira (18) é celebrado o Dia Mundial do Autismo, uma data que reforça a importância do reconhecimento, respeito e inclusão das pessoas no espectro autista. O objetivo é dar visibilidade às suas singularidades, habilidades e desafios.
Segundo dados do IBGE (2022), o Brasil tem cerca de 2,4 milhões de pessoas com diagnóstico de autismo. Em Pernambuco, são mais de 105 mil casos registrados. No entanto, especialistas alertam que esses números estão subnotificados e devem ser ainda maiores, já que os diagnósticos têm aumentado nos últimos anos.
Para a psicóloga Frínea Andrade, especialista em autismo e mãe de um adolescente com autismo nível 3 de suporte, a data é um marco importante de conscientização.
“É uma oportunidade de apoiar pessoas com autismo e suas famílias em uma luta que, pouco a pouco, vem ganhando espaço e reconhecimento. Também é um momento de combater estereótipos, respeitar as individualidades e aprender a conviver com as diferenças”, afirma.
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A trajetória de Frínea é marcada pela experiência pessoal. Após o diagnóstico do filho, Dmitri, em 2009, ela decidiu cursar Psicologia para compreender melhor a condição e lutar por um mundo mais inclusivo. A partir disso, se especializou e fundou a Clínica Integrarte, hoje Instituto Dmitri Andrade, referência no cuidado de pessoas com autismo e outras neurodivergências da infância à vida adulta. Desde então, Frínea lidera diversas iniciativas que vão da informação à ação.
Ela destaca que, embora ainda haja muito a avançar, cada passo faz diferença. “Sei que meu filho talvez não usufrua de todas as mudanças pelas quais luto, mas tenho esperança de que as próximas gerações cresçam em uma sociedade mais acolhedora com as pessoas neurodivergentes.”
O que é o TEA?
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) se manifesta de formas variadas, o que justifica o uso do termo “espectro”. Os sinais podem ser leves, moderados ou mais intensos, dividindo o diagnóstico em diferentes níveis de suporte.
Os sintomas geralmente aparecem ainda na infância, mas os diagnósticos em adultos estão se tornando mais frequentes. Entre os sinais mais comuns, estão:
- Comportamentos repetitivos e interesses restritos;
- Dificuldade em manter contato visual;
- Alta sensibilidade a estímulos sensoriais;
- Atraso na fala;
- Resistência a mudanças na rotina;
- Dificuldades na comunicação social.
“É importante entender que o autismo não piora com o tempo. Mas quanto mais cedo o diagnóstico for feito e as intervenções forem iniciadas, maiores são as chances de garantir mais autonomia e qualidade de vida”, explica Frínea.
Por que os diagnósticos estão aumentando?
Segundo Frínea, o crescimento nos diagnósticos de autismo é resultado de uma combinação de fatores genéticos, ambientais e neurológicos, além de melhor preparo dos profissionais de saúde e ampliação do acesso à informação.
Outros fatores em estudo incluem a idade avançada dos pais, uso de determinados medicamentos e estresse gestacional.
Iniciativas inclusivas
Frínea também é conhecida pelas ações que realiza dentro e fora da clínica. Ela promove mutirões de avaliação gratuitos, criou o bloco de Carnaval “Ser Diferente é Normal”, voltado à inclusão, e comanda o Congresso Autismo na Vida Adulta Nordeste, um evento pioneiro na discussão do TEA além da infância.
Além disso, oferece cursos de formação para profissionais da área e produz o videocast “Autismo & Superação”, disponível no YouTube e Spotify.
Saiba como assistir aos Videocasts do JC






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