Ela começou o pronunciamento mostrando o que chamou de “grandes avanços na área de educação do estado na gestão da governadora”, e apresentou números
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Vice-líder do Governo na Assembleia Legislativa, a deputada Débora Almeida ocupou a tribuna na tarde desta terça-feira para fazer um duro ataque ao prefeito João Campos, que deve enfrentar a governadora Raquel Lyra na eleição de 2026. Ela começou o pronunciamento mostrando o que chamou de “grandes avanços na área de educação do estado na gestão da governadora”, apresentou diversos números para comprovar sua tese e, enquanto os poucos deputados do PSB presentes na sessão não davam muita atenção ao que falava – ninguém defendeu o prefeito – ela começou a criticar João Campos como jamais tinha sido visto na atual legislatura.
Usando o argumento de que A Prefeitura do Recife “raspa o tacho do futuro para tapar os buracos do presente” Débora afirmou que o Recife “está sem fôlego financeiro, sem capacidade de investimento “- citou obras paradas “como a Ponte Giratória, a Orla de Boa Viagem, o Parque Eduardo Campos”– e concluiu que “o prefeito resolveu vender antecipadamente os recursos dos precatórios dos professores, com desconto de 21,4% , para obter liquidez imediata, abrindo mão de R$ 124 milhões do dinheiro público numa operação que nada mais é do que um empréstimo incerto para o futuro da cidade”.
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– “O prefeito está usando o dinheiro que deveria ser destinado aos professores para cobrir o rombo fiscal da própria Prefeitura, fato admitido pela própria Procuradoria do município”- completou. Fazendo um paralelo com a governadora, ela afirmou que Raquel Lyra “tem feito da educação um símbolo da gestão pública, da eficiência, da responsabilidade e da sensibilidade. Enquanto as escolas públicas do estado estão sendo reformadas e climatizadas, enquanto temos renovado a frota, ampliado a aprendizagem, valorizado os professores, assistentes e alunos, o que vemos na Prefeitura do Recife é o exato oposto como um reajuste pífio de apenas 3% para os professores”.
PSB calado
O que mais causou estranheza nessa terça-feira, fora o pronunciamento da deputada governista, foi o silêncio dos poucos deputados do PSB que estavam no plenário na hora em que ela fez seu discurso, incluindo o líder da oposição, deputado Kaio Albino. Os deputados Sileno Guedes e Waldemar Borges, mais atentos nesses momentos, não estavam no plenário na hora da fala da parlamentar, mas se encontravam no recinto os deputados Diogo Moraes e Rodrigo Farias, além do líder da oposição já citado. A celeuma em torno da negociação dos precatórios do Recife foi motivo de debates também na Câmara Municipal, mas só ontem estreou no plenário estadual.
Recesso antes da hora
Apesar dos destaques dos pronunciamentos de Débora Almeida e Luciano Duque, ambos de prestação de contas do que a governadora vem fazendo, o plenário da Alepe demonstrou esta terça-feira que o recesso de final de ano parece já ter contaminado os deputados. No auge da sessão, 29 dos 49 tinham a presença registrada no painel eletrônico, mas houve momentos em que só 9 parlamentares se encontravam no recinto, quatro homens e cinco mulheres, as deputadas Socorro Pimentel, Gleide Ângelo, Dani Portela, Roberta Arraes e a própria Débora.
Pergunta que não quer calar:
Como vão se desenrolar os debates na Alepe à medida em que se aproxima a eleição de 2026?

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