Nesta semana, a Dinamarca anunciou que aumentaria sua presença militar na Groenlândia. Assim como França, Alemanha, Reino Unido, Noruega e Suécia
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A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, afirmou nesta quinta-feira, 15, que a defesa da Groenlândia é de interesse comum de toda a Otan. A declaração ocorre após a chegada de tropas da Europa na ilha do Ártico, em uma sinalização do continente de apoio à Dinamarca.
Em um comunicado divulgado nesta quinta-feira, 15, Mette afirmou que as próximas reuniões com a Casa Branca não serão fáceis e anunciou a criação de um grupo de trabalho para discutir melhorias na segurança do Ártico.
Autoridades dinamarquesas e groenlandesas se reuniram na Casa Branca com o vice-presidente J.D. Vance e o secretário de Estado Marco Rubio. No encontro, os dois lados discordaram sobre o futuro da ilha ártica, que o presidente Donald Trump pretende comprar ou anexar.
Após o encontro, chanceler dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, disse que não é essencial para os EUA que a ilha seja anexada ao país, ainda que concorde que a segurança do Ártico seja um tema que preocupe tanto dinamarqueses quanto groelandeses e americanos.
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“Compartilhamos, em certa medida, as preocupações de Trump”, disse ele. “Definitivamente, há uma nova situação de segurança no Ártico. Nosso objetivo é encontrar um denominador comum.”
Reforço militar
Nesta semana, a Dinamarca anunciou que aumentaria sua presença militar na Groenlândia. Após o anúncio, vários aliados europeus, entre eles França, Alemanha, Reino Unido, Noruega e Suécia, começaram a enviar tropas para a ilha.
As tropas enviadas são formadas por um número simbólico de soldados e tem como objetivo demonstrar unidade entre europeus, sinalizando a Trump que a tomada da Groenlândia pelos EUA não será aceita pelo Velho Continente, uma vez que a Otan, em conjunto, pode salvaguardar a segurança do Ártico em meio ao crescente interesse russo e chinês.
Nesta quinta-feira, 15, de acordo com a emissora dinamarquesa DR o ministro da Defesa dinamarquês, Troels Lund Poulsen, afirmou que a intenção era “estabelecer uma presença militar mais permanente com uma contribuição dinamarquesa maior”. Ele disse que soldados de vários países da Otan estarão na Groenlândia em um sistema de rodízio.
A Rússia, no entanto, protestou contra o envio de tropas da Otan à Groenlândia, classificando a presença reforçada como parte de uma “militarização acelerada” do Ártico. A embaixada russa na Bélgica, sede da organização, afirmou que a ilha está sendo usada como pretexto contra Moscou e Pequim.
Em comunicado divulgado na quarta-feira, 14, a diplomacia russa disse que “a situação que se desenvolve nas altas latitudes é motivo de extrema preocupação para nós” e acusou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de reforçar sua presença militar com base em ameaças inventadas.
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