Para o ano eleitoral, a expectativa é que a proporção de evangélicos na população de Pernambuco alcance 37%, superando a do Brasil, de 35,%
JC
Publicado em 27/07/2025 às 21:47
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O prefeito do Recife, João Campos (PSB), esteve neste domingo (27) no encerramento do 43º Congresso de Jovens da Igreja Assembleia de Deus em Pernambuco. Um dos maiores encontros do calendário evangélico no Estado, o congresso reuniu cerca de 15 mil pessoas e teve como tema: “Fortalecidos pelo Poder”, foi inspirado no versículo de Efésios 6:10.
O evento, realizado no Ginásio de Esportes Geraldo Magalhães (Geraldão), na Zona Sul do Recife, começou na última sexta-feira (25).
“O congresso reafirma a força da fé, da comunhão e do acolhimento entre a juventude cristã do nosso estado. Parabenizo toda a organização pelo encontro que, ano após ano, segue inspirando jovens a trilhar caminhos de paz, propósito e esperança”, escreveu o prefeito, em uma publicação no Instagram.
João, que é católico, também reforçou a importância da liberdade de crença: “Recife é cidade de fé, de diversidade religiosa e de respeito. E como gestor público, sigo com o compromisso de garantir liberdade de crença, apoiar os espaços de celebração e construir pontes com todas as expressões da espiritualidade que fazem parte do nosso povo”.
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Raquel Lyra também esteve no Congresso da IEADPE
No sábado (26), a governadora Raquel Lyra (PSD) também marcou presença no congresso. Em um discurso voltado à juventude evangélica, Raquel — que também é católica — destacou a força transformadora da fé. “Foi lindo demais ver milhares de jovens reunidos para louvar e adorar a Deus, fazendo de suas vidas um instrumento vivo d’Aquele que é o caminho, a verdade e a vida”, afirmou.
“Jovens, o mundo precisa da fé, da força e da coragem que existem em vocês. Pernambuco precisa de vocês. E eu não tenho dúvida: é através do testemunho da nossa juventude que vidas são tocadas e a nossa sociedade é transformada”, reforçou a governadora, em sua fala durante o congresso.
Busca pelo eleitorado evangélico
As presenças de João Campos e Raquel Lyra – prováveis adversários nas eleições de 2026 – no evento vão além do gesto de cortesia. Refletem um olhar atento ao eleitorado evangélico, que tem ganhado peso nas eleições brasileiras.
O voto evangélico tem sido decisivo nas eleições e em cidades como Jaboatão dos Guararapes, segundo maior colégio eleitoral do Estado, a disputa para prefeito foi protagonizada pelo embate entre duas famílias evangélicas: os Ferreira e os Tércio. Garantiu a reeleição o prefeito Mano Medeiros, apoiado pelos Ferreira.
De acordo com estudo da Mar Asset Management com dados da Receita Federal e do IBGE, o número de igrejas evangélicas com CNPJ ativo dobrou desde 2010, ultrapassando 140 mil templos em 2024. A estimativa é que os evangélicos representem 35,8% da população brasileira até 2026 — em 2010, eram 22%. Estados como Amazonas e Espírito Santo já são, segundo o estudo, majoritariamente evangélicos.
Em 2010, a proporção de evangélicos na população de Pernambuco era de 20%. Para 2026, a expectativa é que alcance 37%, superando a do Brasil (35,%).
O avanço das igrejas acompanha o fortalecimento político do segmento. Com presença ativa nas redes sociais e forte articulação comunitária, o público evangélico tem se tornado estratégico nas campanhas eleitorais. A adesão, no entanto, costuma exigir identificação direta com seus valores e pautas — o que leva muitos candidatos a participarem de cultos, congressos e eventos religiosos.


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