Dani Portela vai à Parada da Diversidade e defende políticas públicas para população LGBTQIAPN+

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Dani Portela vai à Parada da Diversidade e defende políticas públicas para população LGBTQIAPN+



A candidata à prefeitura do Recife pelo PSOL, Dani Portela, esteve na Parada da Diversidade 2024, realizada neste domingo (15), na Avenida Boa Viagem, na Zona Sul da Capital. Acompanhada da vice Alice Gabino (Rede), Dani defendeu políticas de igualdade para a população LGBTQIAP+.

“Há muitos anos venho reforçando a importância da população da comunidade LGBTQIAPN+ para o Recife, para o Estado e para o Brasil. Desde toda a minha atuação política, essa população sempre esteve entre as minhas prioridades”, disse a candidata.

Durante o evento, ela conversou com ativistas, apoiadores e militantes, afirmando que, caso seja eleita, dará prioridade à criação de projetos que garantam a segurança e a dignidade de todas as pessoas.

“Além do direito à vida, precisamos lutar por condições mínimas de existência para essa população. A falta de políticas de enfrentamento às violências de raça e gênero no ambiente escolar é a principal causa para o alto índice de evasão. A saída precoce da escola colabora para que esta população não acesse uma qualificação profissional que lhe garanta condições de ingressar no mercado de trabalho e faz com que a maioria esteja em subempregos, na informalidade precária ou sobrevivendo da prostituição ou sem ocupação”, destacou.

A candidata do PSOL também defendeu a criação de espaços de acolhimento e apoio a essa fatia da população, além de políticas públicas de promoção à saúde mental e cuidados específicos.

“Queremos estabelecer mecanismos de garantia de ingresso e atendimento de qualidade para toda a população LGBTQIAPN+ em todos os estabelecimentos de saúde do Recife, além do fornecimento de medicação hormonal de forma suficiente e adequada”, detalhou a candidata.

“Ampliaremos o número de ambulatórios voltados está a população, além de inserir todas e todos nas políticas de redistribuição de renda, e destinar cotas para mulheres transexuais e travestis nos programas voltados para as mulheres, a exemplo do Programa Emprega Mulher (Governo Federal) e do Programa Transcidadania (São Paulo)”, completou Dani Portela.



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