Donald Trump e Kamala Harris disputam a Casa Branca em eleições presidenciais acirradas, com a economia no centro da decisão eleitoral
Publicado em 05/11/2024 às 20:56
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Inflação, o custo da gasolina, dos alimentos e o aumento do aluguel eram os assuntos mais comentados por muitos eleitores que foram às urnas nesta terça-feira (5) em Las Vegas, onde a economia tem impacto nos bolsos e, consequentemente, nos votos.
Donald Trump e Kamala Harris disputam a Casa Branca em eleições presidenciais acirradas e, em Nevada, um dos sete estados decisivos do país, a economia é o fator decisivo para 37% dos eleitores, de acordo com uma pesquisa da Emerson College.
“Aqui, desde a covid o custo de vida está fora de controle. Várias pessoas têm de viver na mesma casa, famílias inteiras, porque não podem pagar a sua própria casa”, declara Lee Lovett, que trabalha em uma loja de equipamentos de vídeo e que foi às urnas com os preços da habitação em mente.
A chamada cidade do pecado retomou sua força nos últimos anos após a paralisação durante a pandemia de covid-19. Mas apesar de sua robusta indústria do entretenimento, com shows e cassinos, os habitantes criticam o aumento do custo de vida e concordam que as coisas já não são mais como antes.
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“Os preços da gasolina eram baixos, a alimentação… Tudo. A economia estava crescendo”, diz Michael Pidding, um veterano aposentado que se mudou para Las Vegas há sete anos em vista da possibilidade de comprar uma casa espaçosa diante dos baixos custos no mercado imobiliário na época.
Ele diz apoiar Trump porque durante sua gestão “tudo era barato”.
Em contrapartida, para Amy Rivera, uma estudante de 18 anos que mora com os pais por razões financeiras, a escolha lógica em sua primeira eleição é a democrata.
“Ela promete incentivos para quem compra uma casa pela primeira vez, algo que eu e o meu irmão queremos fazer um dia, bem como ajudar os estudantes a pagar suas mensalidades”, disse a jovem latina que votou no Estádio Allegiant enrolada em uma bandeira dos Estados Unidos.
“Promessas”
Las Vegas se tornou um dos principais cenários desta acirrada disputa eleitoral, uma vez que Nevada é um dos sete estados decisivos para estas eleições.
Um quarto dos eleitores do estado foi às urnas durante as duas primeiras semanas de votação. De acordo com os dados oficiais, 45,5% são eleitores do Partido Republicano e 27,7%, do Democrata, que venceu as últimas quatro eleições, embora por margens muito estreitas nas duas últimas.
Trump perdeu na cidade em 2016 por 2,42% dos votos, mas isto não o impediu de vencer as eleições naquele ano.
Quatro anos depois, quando Joe Biden derrotou o republicano, o Partido Democrata manteve sua força em Nevada, onde ganhou por apenas 33.500 votos. As pesquisas estimavam uma reta final muito acirrada no estado, onde se verifica um empate após meses de intensa campanha que incluiu visitas frequentes de Kamala e Trump.
Em uma tentativa de conquistar a tradicionalmente democrata Las Vegas, o republicano lançou sua campanha com a promessa de eliminar impostos sobre as gorjetas.
Sendo a principal fonte de renda de trabalhadores do setor de lazer e da hotelaria, que constituem um quarto da mão de obra da cidade, a proposta rapidamente ganhou apoio, também sendo adotada por Kamala.
No entanto, nem todos foram motivados por esta expetativa. Gina Sanders, que trabalha em um cassino e votou na democrata nesta terça-feira, mostrou-se cautelosa quanto ao impacto real que a proposta teria nos bolsos dos trabalhadores.
“O mais importante é que cada candidato cumpra suas promessas”, declarou.







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