ARGENTINA
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Após Suprema Corte confirmar pena de 6 anos por corrupção, ex-presidente pede para cumprir sentença em prisão domiciliar e dispara contra opositores
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A ex-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, anunciou nesta sexta-feira (13) que irá se apresentar à Justiça na próxima quarta-feira (18), data final do prazo para que ela comece a cumprir sua pena de seis anos de prisão. O anúncio foi feito em um tom desafiador em suas redes sociais.
“Não somos a direita mafiosa que se esquiva de ordens judiciais. Por isso, na próxima quarta-feira, dia 18 de junho, comparecerei em Comodoro Py para comparecer perante o tribunal, como sempre faço”, escreveu a ex-presidente no X (antigo Twitter).
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A decisão de se entregar ocorre após a Suprema Corte de Justiça do país rejeitar, na última terça-feira, o recurso final de sua defesa, tornando definitiva a condenação por desvio de dinheiro público em contratos de obras na província de Santa Cruz, seu reduto político.
Enquanto se prepara para o prazo final, a defesa de Kirchner corre contra o tempo. Os advogados entraram com um pedido para que ela cumpra a pena em prisão domiciliar, argumentando que, aos 72 anos, ela tem direito ao benefício previsto em lei para condenados com mais de 70.
A expectativa da defesa é obter uma resposta antes de quarta-feira, para evitar que ela seja levada a uma unidade prisional.
Se a prisão em um presídio se concretizar, Cristina Kirchner se tornará a primeira pessoa eleita para a presidência na história da democracia argentina a ser efetivamente presa por corrupção.
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Condenação
Cristina Kirchner foi condenada por chefiar um esquema de fraude em licitações durante os governos dela (2007-2015) e de seu falecido marido, Néstor Kirchner (2003-2007).
Segundo a acusação, comprovada em três instâncias judiciais, ela direcionou contratos de obras públicas, muitas vezes superfaturados ou nunca concluídos, para o empresário Lázaro Báez, amigo e sócio da família.
As provas incluíram mensagens de WhatsApp que detalhavam um plano para ocultar evidências nos últimos dias de seu governo, em 2015, além de dados que mostravam um crescimento patrimonial de 12.000% do empresário durante a era Kirchner.
Durante todo o processo, a ex-presidente, que hoje é uma das principais vozes de oposição ao governo de Javier Milei, sustentou a narrativa de perseguição política, afirmando que sua condenação “já estava escrita”.


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