No Brasil, onde as coisas mais improváveis acontecem, a Polícia Federal descobriu que a organização criminosa PCC tinha ações na bolsa de valores
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CHAMA O LUPI!
Somente uma CPMI para manter parlamentares em Brasília numa quinta-feira. A sala das comissões estava lotada. Menos pelo interesse no depoimento da defensora pública Patrícia Bettin e mais na expectativa de que seja marcada a data do depoimento do ex-ministro da Previdência Carlos Lupi. “Isso aqui está muito parado”, reclamou a deputada Bia Kicis (PL-DF).
ROUBO DISFARÇADO
No depoimento de Bettin, ela contou que os valores surrupiados pelas associações e sindicatos de aposentados e pensionistas variavam de R$ 30 a R$ 90. “Normalmente, os serviços oferecidos eram de assistência jurídica, planos odontológicos, academias. Acontece que os beneficiados não tinham conhecimento sequer [da existência] dos serviços”. A Polícia Federal estima que a fraude ultrapassou os R$ 6,3 bilhões.
MORTO FICTÍCIO
A ministra Maria Elizabeth Rocha, presidente do Superior Tribunal Militar (STM), entende que, “em uma eventual condenação” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na denúncia que se convencionou chamar de tentativa de golpe de Estado, caberá ao STM analisar o pedido de perda de patente de capitão e não a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).
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A VIA SOY YO!
À Record Minas, o presidente Lula da Silva (PT) disse que aposta na polarização nas eleições presidenciais de 2026 e que “é bom” que sejam polarizadas. “Acho que não haverá espaço [para terceira via], não haverá. Então, as pessoas vão ter que escolher o lado que vão ficar”. Só faltou dizer que deveria ser o dele.
TEORIA DAS CORDAS
É mais fácil explicar para uma criança o que é a teoria das cordas — “uma tentativa de unificar a teoria da relatividade e a mecânica quântica” — do que convencer um investidor estrangeiro que o crime organizado, capitaneado pelo PCC, tem ações na bolsa de valores.
SURFANDO NA ONDA
Lula quis capitanear os louros da operação Carbono Oculto, afirmando que foi “a maior resposta do Estado ao crime organizado da nossa história”.
PCC VS. COMANDO VERMELHO
Mesmo com todas as evidências, o governo Lula insiste em não classificar essas organizações como terroristas. No máximo o governo cataloga como grupos criminosos.
PENSE NISSO!
O “Efeito Orloff” na política brasileira é pior do que ressaca depois de uma bebedeira com vodka ruim.
No Planalto, só faltaram colocarem a capa da revista “The Economista” na moldura mais destacada do palácio.
Na foto, o ex-presidente Bolsonaro aparece de rosto pinto com as cores do Brasil, usando um chapéu idêntico ao que foi usado pelo “Viking do Capitólio” — aquele manifestante norte-americano na invasão ao Congresso dos Estados Unidos, em 2021 e a chamada: “O que o Brasil pode ensinar aos EUA”.
No passado recente, o mesmo PT que hoje emoldura a capa da revista criticou The Economist quando estampou uma foto da então-presidente Dilma Rousseff (PT) e uma curta manchete: “Time to go” (Hora de ir).
Pense nisso!
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