A terra do povo Tupinambá está recebendo a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Entenda a importância cultural da cidade
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A cidade de Belém, no Pará, está recebendo a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), entre os dias 10 e 21 de novembro.
O lugar que era território do povo Tupinambá, com seus conhecimentos sobre a natureza, agora recebe líderes do mundo todo para solucionar um desafio que afeta esse bem.
Tupinambá
A história de Belém começa há milhares de anos atrás, quando existia uma série de ocupações ao longo dos rios, lagos e igarapés. Uma dessas ocupações era o território de Mairi, que eram grupos de pessoas que viviam entre o Rio Guamá e a Baía do Guarajá.
Por muitos anos após a chegada de colonizadores no Brasil, os tupinambás resistiram em Mairi, e mesmo após a colonização, esse povo ainda mantém sua cultura. O historiador Michel Pinho explica que eles tinham um extenso conhecimento e domínio da natureza.
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“Você tem toda uma costa que hoje é o estado do Pará, partindo de Belém, ocupada por uma população que tem um profundo conhecimento em relação à pesca, em relação à cerâmica, em relação ao plantio.”
Prática cotidiana
Até hoje Belém mantém a força da sua cultura ancestral, seja no vocabulário cotidiano, que muitas palavras ainda são chamadas pela língua tupi, como é o caso da palavra pernilongo, que na cidade muitas pessoas ainda chamam de ‘carapanã’.
Além da rua que homenageia os tupinambá e a cidade vizinha, Marituba. A verdade é que Belém tem uma presença cultural que veio, principalmente, da natureza.
“A população que está na beira dos rios, a população que está nos campos do Marajó, ela tem uma relação direta com esse passado histórico, no sentido do cultivo do açaí, do cultivo da castanha, do consumo de peixe, do manejo da floresta”, conta o historiador.
Palco da COP30
Diante de tanto domínio sobre a natureza, não tinha lugar melhor para receber a COP30. Para Michel Pinho, a melhor forma de buscar a solução para a sustentabilidade do planeta é buscar o conhecimento no passado.
“Eu acho que é uma relação até poética, porque você tem um passado que ensina o presente. Você tem um habitante da floresta que ensina que derrubar é a pior solução, você ensina que o cuidado das águas é fundamental para a existência, você ensina que o consumo consciente dos alimentos faz parte de uma sociedade que pensa no futuro.”
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