Nomes foram escolhidos entre 27 finalistas e vão receber bolsas vitalícias de R$ 2.009,83 (para indivíduos) e R$ 2.679,78 (para coletivos)
Publicado em 20/12/2024 às 12:26
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A terceira edição do concurso municipal de Registro do Patrimônio Vivo do Município do Recife anunciou, nesta sexta-feira (20), quatro novos nomes para receber as bolsas vitalícias de R$ 2.009,83 (para indivíduos) e R$ 2.679,78 (para coletivos).
São eles: a marisqueira Edileuza Silva do Nascimento, a yalorixá Laurinete Moraes (Mãe Nete), a Tribo Indígena Tapirapé e o Balé da Cultura Negra do Recife (Bacnaré).
Os quatro nomes foram escolhidos entre 27 finalistas, que passaram por avaliações documentais, de mérito e defesa pública, além da votação final, pelos conselheiros de Cultura. Conheça mais dos novos patrimônios:
Edileuza Silva do Nascimento

Edileuza Silva do Nascimento, novo Patrimônio Vivo do Recife – PEDRO NEIVA/PCR
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Marisqueira desde menina, Dona Edileuza representa um fazer de muitas gerações recifenses: catar o sustento de cada dia da maré, com salvaguarda de tecnologia e sabedorias ancestrais.
Laurinete Moraes (Mãe Nete)

Mãe Nete, novo Patrimônio Vivo do Recife – PEDRO NEIVA/PCR
Yalorixá, filha de sangue e de santo de Mãe Vadinha de Vira Mundo, Laurinete Moraes, mais conhecida como Mãe Nete, em seu ofício sagrado, celebra, defende e representa os saberes e fazeres da fé e da cultura de matriz afro-indígena-brasileira.
Com forte presença na Jurema Sagrada, é uma liderança comunitária, congregando e ensinando um povo a comungar de sua própria história, de seus símbolos e poderes.
É fundadora do do Galpão do Vira, reconhecido como Ponto de Cultura do bairro de Dois Unidos. Mantém ainda o grupo cultural Coco Chinelo de Iaiá e ainda atua como ativista social.
Tribo Indígena Tapirapé

Tribo Indígena Tapirapé, novo Patrimônio Vivo do Recife – MARCOS PASTICH/PCR
Fundada em 1957, no bairro de Afogados, pelos amigos João, Arlindo e Jair, surgiu a partir da descendência da Tribo Tabajara.
A agremiação é uma das mais representativas do folguedo dos Caboclinhos e Tribos Indígenas do Recife.
Com sede na comunidade do Alto José do Pinho, no Bairro de Casa Amarela, congrega 110 componentes, divididos em leques, baque, porta estandarte, cacique, rei, rainha, entre outros personagens.
Balé da Cultura Negra do Recife (Bacnaré)

Balé da Cultura Negra do Recife (Bacnaré), novo Patrimônio Vivo do Recife – MARCOS PASTICH/PCR
O Bacnaré foi fundado em 1985, por Ubiracy Ferreira, pesquisador, bailarino e coreógrafo, que se destacou como o primeiro bailarino negro a se apresentar no Teatro de Santa Isabel.
Desde então, o grupo tem atuado na promoção e valorização da herança africana e afro-brasileira na cidade.
Conhecido por seus espetáculos que integram dança e música, acumula 175 prêmios e reconhecimento internacional, tendo levado as tradições pernambucanas para diversos países, como França, Espanha, Alemanha e Taiwan.
Outros patrimônios
Desde a aprovação da Lei 18.827/2021, também foram contemplados os seguintes patrimônios vivos:
- Associação Cultural e Quadrilha Junina Origem Nordestina;
- Tribo de Caboclinhos Tupi;
- Parteira Edileusa Maria da Silva;
- Porta-estandarte José Fernando Alves Zacarias (Eleitos no Edital de 2023);
- Passista Zenaide Bezerra;
- Antônio José da Silva Neto, que assumiu a alcunha de Mestre Teté, à frente do Maracatu Almirante do Forte;
- Pierrot de São José;
- Gigante do Samba.


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